5 em 1 de Daniela Bekerman



















Sabe quando eu considero uma ideia boa? Quando ela é tão, mas tão simples que eu congelo e penso: “Meus Deus, como ninguém pensou nisso antes?” Pois meu Deus, como ninguém pensou nessa ideia de Daniela Bekerman antes? A designer israelense solucionou nosso problema. Dor nos pés do salto? Ora, tira o salto e sai andando de rasteirinha! Daniela criou uma linha de calçados moduláveis, capaz de transformar um único par em cinco versões diferentes. A estrutura do sapato foi moldada com um encaixe para que a parte traseira do calçado seja trocada, enquanto a frente é mantida. Algo do tipo 5 em um. Para colocar na mala, então, é uma maravilha.

Compartilhar
Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

4 Comentários
  1. Eu comprei um destes sapatos na Galeries Lafayette, depois de experimentá-los e “achar” q eles eram sensacionais. Ledo engano: com todos os complementos e andando nas ruas, isto é, pondo-os na prática de fato, eles machucam nossos pés, ficam instáveis e fazem uns barulhinhos irritantes. Só uso, agora, o modelo rasteiro, sem nada e isto depois q meu sapateiro de fé, lá da Anita Garibaldi, colocou um saltinho brasileiro para substituir o verdadeiro, q era oco e catava pedrinhas da rua…

  2. Eu comprei um destes sapatos na Galeries Lafayette, depois de experimentá-los e “achar” q eles eram sensacionais. Ledo engano: com todos os complementos e andando nas ruas, isto é, pondo-os na prática de fato, eles machucam nossos pés, ficam instáveis e fazem uns barulhinhos irritantes. Só uso, agora, o modelo rasteiro, sem nada e isto depois q meu sapateiro de fé, lá da Anita Garibaldi, colocou um saltinho brasileiro para substituir o verdadeiro, q era oco e catava pedrinhas da rua…

  3. Bom sou técnica em calçados, e na reportagem menciona “como ninguém pensou nisso antes”, o fato é que nese mundo (desenvolvimento de calçados) isso já foi pensado e devido a estrutura que requer um calçado esse tipo de mudança não é viável em termos de saúde, dificilmente uma grande empresa do ramo irá colocar seu nome em jogo pra lançar um produto desse tipo sem que haja comprovação de conforto e que não prejudique a saúde das consumidoras, pois quem conhece sabe que a modelagem de um calçado envolve muitos processos e não há como mudar a altura de um calçado de uma hora para a outra sem mecher na estrutura interna que dá a sustentação aos pés e consequentemente ao nosso corpo. Hoje em dia não há tecnologia suficiente para criar um sapato que possa ser “mudado” quando se bem entende. A solução para dores nos pés devido ao salto é levar um sapato rasteiro na bolsa afim de ser trocado quandou houver necessidade.

  4. Bom sou técnica em calçados, e na reportagem menciona “como ninguém pensou nisso antes”, o fato é que nese mundo (desenvolvimento de calçados) isso já foi pensado e devido a estrutura que requer um calçado esse tipo de mudança não é viável em termos de saúde, dificilmente uma grande empresa do ramo irá colocar seu nome em jogo pra lançar um produto desse tipo sem que haja comprovação de conforto e que não prejudique a saúde das consumidoras, pois quem conhece sabe que a modelagem de um calçado envolve muitos processos e não há como mudar a altura de um calçado de uma hora para a outra sem mecher na estrutura interna que dá a sustentação aos pés e consequentemente ao nosso corpo. Hoje em dia não há tecnologia suficiente para criar um sapato que possa ser “mudado” quando se bem entende. A solução para dores nos pés devido ao salto é levar um sapato rasteiro na bolsa afim de ser trocado quandou houver necessidade.

Comentar

Seu endereço de email não será publicado

Utilize as tags HTML : <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Facebook

Instagram
  • Para estar junto não é preciso estar perto, e sim do lado de dentro. Estaremos te esperando, Chiquinho! Repost @chico_sperotto ♥️🐶🌞
  • • KARL LAGERFELD
10.09.1933 - 19.02.2019 🖤
•”Pense rosa. Mas não use".
•”Calça de moletom é sinal de fracasso. Você perdeu o controle sobre sua própria vida e comprou um moletom".
•”Eu acho tatuagem uma coisa horrorosa. É como viver o tempo todo em um vestido Pucci".
•”Meu maior luxo é não precisar me justificar para nenhuma pessoa.”
•”Gosto que tudo seja lavável. Eu mesmo, inclusive.”
•”Personalidade começa onde a comparação termina.”
•”As melhores coisas que fiz na minha vida, as vi nos meus sonhos. É por isso que tenho um caderno de rascunhos na minha cama.”
•”O politicamente correto, a preservação. Eu acho tudo isso extremamente chato.”
•”Coco Chanel jamais teria feito o que eu fiz. Ela teria odiado.”
•”Sou uma pessoa da moda e a moda não é somente sobre roupas. É sobre todos os tipos de mudança.”
•”Eu amo estar de passagem. Nasci em um porto, em Hamburgo. Então minha mãe disse: ‘É a porta do mundo, mas não é mais do que a porta. Portanto, já pra fora!’”.
#ripkarllagerfeld
  • - Dinda, entra no mar comigo?
- A dinda não gosta de mar gelado.
- Eu queria mergulhar com a dinda.
- Então a dinda vai te dar a maior prova de amor do mundo. E tu vai lembrar pra sempre, promete?
- Prometo, dinda.
E assim foi, e a lembrança eterna será de nós dois. #joaobenicio #amordadinda
  • Ensalada de Durazno: pêssego queimado, folhas verdes, queijo de cabra, pistache, cebola roxa e um molho vinagrete indescritível. Autor: @francismallmann @restaurantegarzon 👌🏻♥️🇺🇾 Detalhes no destaque do Stories
  • Leva um tempo até a gente perceber que por trás da figura de mãe existe também uma mulher como nós. Com gostos, desejos, anseios, vontades, expectativas, decepções. Não dizem que são nas viagens que a gente conhece profundamente a essência dos amores e amigos? Pois viagens também contribuem para aproximar mães e filhas no papel de duas mulheres adultas e companheiras. Em nossas viagens, mãe e eu convivemos com nossas imperfeições e fizemos mútuas descobertas – das profundas às mais comezinhas. Ela bebe pouca água; eu vivo com uma garrafa na mão. Ela critica a minha garrafa; eu critico a falta de água no organismo dela. Ela já planeja a Páscoa do ano que vem; eu ainda nem cheguei no próximo Natal. Ela não compreende a minha falta de planos; eu não entendo a ansiedade dela. Ela pensa em voz alta; eu reflito em silêncio. Ela diz pra eu falar alguma coisa; eu suplico que ela cale a boca por cinco minutos. Ela prefere o sol do meio-dia; eu prefiro o ar-condicionado. Ela diz que estou branca feito um bicho da goiaba; eu respondo que ela está laranja feito um nacho de Doritos. Agora estamos de novo aqui, juntas, em viagem, sentadas na grama da praça de José Ignacio. Que bom, né, mãe? Que bom que a vida nos concedeu este prazo para descobrir ainda a tempo o privilégio de passearmos juntas por aí e explorar como adultas esta delicada amizade — e o que existe de melhor em cada uma de nós. ♥️ #amordemãe #amordefilha #viajecomsuamãe
  • Né?! 👌🏻