Cafonice nada! A pochete nunca esteve tão linda. AMIGA MARI ama de paixão!

Há cerca de dois anos, li previsões de especialistas em moda dizendo que a pochete estava fadada ao fracasso como tendência além de uma estação. Como dizem no programa Porta dos Fundos, “erraram feio, erraram rude!”. Uma das reportagens, publicada na revista Época, dizia assim:

O que não vai pegar
Adorada por muitos como ícone da cafonice, a famosa pochete deverá tentar uma reaparição em formas e estilos diferentes para enganar os mais desatentos. Para os que sentem falta de bolsos, pode até parecer boa ideia. Acredite: não é.

Foi uma bela bola fora.

A pochete é uma das apostas mais certeiras da temporada e que devagarinho começa a conquistar seu público fiel. Consagrou-se como hit do verão 2017 nas passarelas internacionais, manteve-se no guarda-roupa de 2018 e já flerta com as estações de 2019. A resistência à elas explica-se principalmente por quem viveu nos anos 1980, quando pochete ainda era uma coisa meio estranha, que fazia volume na cintura, sem design algum. Sempre que se falava em pochete, logo vinha à cabeça algum homem barrigudo com camiseta de time de futebol, chinelo estilo slide no pé (outra moda que pegou neste novo século) e aquele volume esquisito e disforme entre a cintura e os quadris. Pois esqueça essa visão ultrapassada.

Olhe para isso!

armani_1111ESTE É O MOMENTO PRESENTE DA POCHETE!

vera-bradleyISSO É MODELO DE VERA BRADLEY; FRENTE…

s-l500E VERSO!
Você se negaria a usar? Seja sincera!

Por que na minha humilde opinião de Amiga Mari ela não sai mais do guarda-roupa feminino? Porque ela é a cara e a alma da vida que levamos hoje, que exige conforto, praticidade, agilidade. Pochete na cintura, duas mãos livres! Pode existir acessório mais amigo?

+MARI KALIL: Meu nome é Mariana, mas pode me chamar de Pochete, Miss Pochete

Eu nutro uma amizade incondicional com duas pochetes de couro ecológico da Convexo, mais duas de veludo da Fátima Mello e outras tantas da PP Acessórios. Inclusive, a linha de bolsas Maricotas que lancei em 2016 e 2017 tinha como opção transformá-las em pochete! Se a ideia pegou? As peças esgotaram-se em dias!

 

Isso pra mim significa a pochete: a amiga que vai passear com os cachorros, vai para a academia, para o show de rock, buscar os filhos na escola. Sou tão entusiasta da pochete que mostro para vocês algumas opções de uso. Pense nesta ideia! Coloco minha mão no fogo que você vai aderir e nunca mais conseguir viver sem!

pochetePOCHETE COM SHORT E ALFAIATARIA
Ela é tão eclética que passeia com roupas formais e informais e muitas vezes as cores ou estampas é que fazem a diferença e dão graça ao look. Eis outra enorme diferença da pochete do passado: se antes ela era apenas um utilitário, hoje é um ícone de estilo!

pochete1POCHETE COM CINTURA ALTA E BAIXA
Recentemente, experimentei uma pochete com um vestido, marcando a cintura alta. Ficou super elegante porque deixa o corpo bem feminino. Recomendo experimentar. Ela pode ser usada por cima de casacos fazendo mais um papel – que é o de fechar o agasalho –
e também com parkas e jaquetas mais estruturadas

pochete2POCHETE COM JEANS DE VÁRIOS ESTILOS
Eis aqui uma adequação básica que adoro: jeans + camiseta ou blusinha lisa + pochete. Estamos prontas para ir a qualquer lugar, do trabalho ao show de rock. Com sandália, short, plataforma ou tênis

pochete4MOMENTO DESFILE E VÁRIAS VERSÕES DE POCHETE
Percebam como ela é eclética também no tamanho, vai da necessidade de cada uma de nós e também da ocasião. Quando é muito minúscula, nada impede de levarmos ali o celular para termos mais à mão, as chaves e o cartão de crédito e usar uma outra bolsa maior para todo o resto que for necessário.

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

4 Comentários
  1. Super prático para viajar. Passaporte lá dentro, bem seguro junto ao corpo. Eu uso direto e comprei na Nova Scotia. Dá para colocar debaixo do casado no inverno…
    Não encontro aqui, em POA, infelizmente, pq queria ter algumas para usar no dia a dia.

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  • VENEZUELA LIVRE! #VenezuelaBrasilTeAcompana #VenezuelaGritaLibertad #venezuelalibre #venezuelagritalibertad #23ecallehastaquesevaya #23enero2019
  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda