Do sal da minha batata frita cuido eu!

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

7 Comentários
  1. Oi Mari! Eu concordo com o teu ponto de vista, mas esses mesmos que comem sal e tomam refrigerante como se não houvesse amanhã, depois querem todos os medicamentos de graça e até comidas “magras” do poder público. Daí o Estado tem obrigação legal de fornecer (com razão). Muitas vezes a prevenção custa mais barato, principalmente em termos de política pública.
    Bjs

  2. Mariana não se trata do bem estar do cidadão, eles estão se lixando para isso. O problema, como sempre, é grana, relação custo-beneficio. O atendimento médico e os medicamentos para hipertensos e doentes cardíacos é muuuuuito mais caro que impostos com sal em alimentos. Foi a mesma coisa com o cigarro no mundo inteiro: o cigarro dá prejuízo financeiro ao estado? Morte ao cigarro! O álcool ainda dá lucro? Beba com moderação! Pura hipocrisia capitalista. Mesmo assim, é bom se cuidar mesmo. Abração!

  3. No meu caso, tirar o saleiro da mesa é só para dar mais trabalho ao garçon. Vou pedir. Bata frita, ovo frito sem sal ??? nem pensar. E o tal “sal rosa” não é modismo, com o mesmo efeito do nosso comum??? Tens razão… posso cuidar de minha vida, sem me meter na vida dos outros.

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  • Né?! 🤣
E toca o barco, como dizia meu amigo @boechatreal ♥️
  • Repost @vitalvetpoa “Desejamos que todos os nossos amigos e clientes tenham uma segunda-feira igual à do Bento: agarradinho na sua almofada enquanto curte sua sessão de acupuntura naquela sonequinha gostosa com a língua de fora”. Meu agradecimento eterno. Quem ama cuida. 🐶♥️
  • Que o vento leve o necessário e nos traga o suficiente. ♥️🐶🙌🏻 #bento #xerife #companheirodejornada
  • Figos de Elsa! 👌🏻
• Seleciona lindos figos
• Corta a tampa rente ao talo
• Retira um pouco da polpa, coloca em um pratinho fundo, acrescenta queijo gorgonzola, amassa e mistura bem os dois
• Retorna com esse recheio para dentro do figo
• Pouco antes de servir, leva ao forno para gratinar rapidinho
• Na hora de levar à mesa, escolhe um prato bonito, faz algumas ranhuras com mel, polvilha flor de sal e voilà! Bon appétit! #entradinhadofindi #dicadamari #coisasdeelsa
  • Patricia foi minha boxer dos cinco meses de vida aos 12 anos de idade. Ganhei a Patricia de presente e fiquei muito incomodada. Cachorros têm sentimento, coração, pulmão. Cachorros não são vasos, lustres, sabonetes. Cachorros não são presentes que devemos ganhar sem o nosso consentimento. E a Patricia entrou na minha vida sem o meu consentimento. Eu não estava disponível para cuidar da Patricia naquele momento, eu estava com passagem comprada para São Paulo, contratada para um novo emprego, para um outro estilo de vida que exigia demais da minha capacidade profissional. Então, curti a Patricia por alguns meses, mas precisei ir embora. Durante anos, ela viveu na casa dos meus pais, e eu pedia notícias diárias por telefone. Voltava a Porto Alegre sempre que podia para que ela soubesse que meu comportamento não significava abandono, apenas nos encontramos em circunstâncias desfavoráveis. Pra mim; pra ti; pra nós duas, Patricia. Quando regressei definitivamente a Porto Alegre, Patricia havia acabado de completar 12 anos de idade. Ela sabia desde sempre, por mais de uma década, que pertencia a mim, e eu a ela. Aproveitamos nosso último ano com passeios em ritmo lento, com suas bochechas esbranquiçadas, com a fidelidade rara que só os animais conhecem. Ela partiu pouco tempo depois. Comemos um cheeseburger juntas no nosso último dia sentadas na grama do parque - e o bafo do queijo com mollho de catchup com maionese naquele pão ela sopra de quando em vez no meu nariz, durante a madrugada. Patricia desapareceu dos meus olhos, mas segue onipresente em cada minuto da minha vida. E eu tenho certeza que quando for a minha hora de cruzar a porta que leva para o outro lado da vida, ela estará lá, abanando o rabo e com o focinho rosinha para me buscar. #tbt. Porto Alegre, março de 1999
  • Minha irmã que criou. Minha irmã que me deu. Chato ter uma irmã assim, vai dizer?! 😜#convexoshoes #lojaconvexo #convexopoa #slipon #trendalert #animalprint