Conhece o estilo “Coffeewear”? Então, apresento a Cofi!

Já ouviu falar na Cofi? Publicamos uma notinha, um tempo atrás, sobre essa grife carioca de calças masculinas na Revista Donna. A novidade agora é que ela já está no meio de nós. A coleção está desembarcando com um corner exclusivo na linda Pandorga. Oba! Mais um pretexto para você, querida amiga e leitora, conhecer a Pandorga. Sabe aqueles lugarzinhos especiais e com alma? A Pandorga é assim.

Sobre a Cofi, além das calças, o que gosto muito também é o conceito da marca. Porque eu acredito que hoje, mais do que nunca no mundo, o ato de se vestir está intimamente ligado ao lifestyle.  “Coffeewear” seria a evolução do conceito de loungewear – o conforto levado ao extremo, por meio de calças masculinas.

Olha!

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VAI DIZER QUE NÃO DÁ VONTADE DE COMPRAR PRA GENTE?

Para entender como nasceu a marca e o conceito, um pouco de história: era uma vez a advogada Patricia Azevedo. Depois de advogar por quase 13 anos, ela descobriu uma paixão arrebatadora pela costura e por desenvolver peças de roupas em um curso no ateliê Café Costura, de Guaira Miranda. Naquela época, Patricia nem sonhava que Guaíra seria a sua futura sócia na Cofi. Depois de experimentar a primeira criação, Paulo Sauerbronn, marido de Patricia, se apaixonou pelo produto e ajudou a transformá-lo em negócio. O nome da marca, é uma homenagem ao curso onde tudo começou e ao produto tipicamente brasileiro (o café).

Olha!

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NÃO PARECEM ULTRACONFORTÁVEIS?

bento1A TUA CARA

03-por-ai-mulher-gritando5A MINHA CARA

olivia10MAS SÃO MASCULINAS

bento1ELA NÃO SE IMPORTA

03-por-ai-mulher-gritando5NÃO ESTOU NEM AÍ

As calças são confeccionadas com tecido 100% algodão e feitas no Brasil. O acabamento é de costura inglesa (típico de alfaiataria), além de forros charmosos e bolsos largos. Dá pra trabalhar, estudar, passear, dormir, acordar… Diz o Paulo, marido da Patrícia e sócio da marca: “É só colocar uma Cofi com uma t-shirt e sair por aí!”.

IMG_2905-640x640NÃO É UM CHARME?

Pois o charme não termina aí. As calças ganham ainda mais charme com nomes escolhidos para elas: A “Bukowski” homenageia o escritor Henry Charles Bukowski; a “Burton” é inspirada no cineasta Tim Burton, e por aí vai, com muita inspiração e humor. Por fim, o toque de exclusividade que a gente tanto ama: cada cofi é parte de uma edição limitada de tiragem numerada, por ora com apenas 17 estampas. E para surpresa dos compradores, as cofis vêm embaladas numa marmita de alumínio, com alguns grãos de café salpicados.

COFIPANTS2NÃO É PURO CHARME?

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?
  • Abdominal, substantivo masculino. Preguiça, substantivo feminino. #chico #gorda
  • Observe os seus pensamentos, eles se transformam em palavras. Observe suas palavras, elas se transformam em ações. Observe suas ações, elas viram seus hábitos. Observe seus hábitos, pois eles se transformam em seu caráter. Observe seu caráter, pois ele se torna o seu destino. 🙌🏻♥️🙏🏻 Lao Tzu, filósofo e escritor da Antiga China, fundador do taoismo filosófico e religioso.
  • “Nunca estou mais acompanhado do que quando estou sozinho.” Carlos Drummond de Andrade. 🙌🏻
  • Durante anos e anos e anos que somam mais de uma década, essa foi nossa história: de aeroportos em aeroportos, nos mudamos 12 vezes de casa. Cruzamos estados, fronteiras, oceanos. Como escreveu Machado de Assis, “felizes os cães, que pelo faro descobrem os amigos”. Feliz de mim, que pelo faro também te descobri, Bentolino. E lá se vão 18 anos de jornada. 🙌🏻🐶♥️ Rio de Janeiro, 2012. #tbt #bento #xerife #companheirodejornada