Demissão não é o fim e estagnação faz mal pra cabeça: estude, leia, atualize-se!

Conheço muita gente próxima, ótimos profissionais que perderam o emprego nos últimos dois anos. Alguns conseguiram recolocação por salários menores, uns ainda estão em busca de oportunidades com carteira assinada, outros partiram para o empreendedorismo. Estes são os que estão em melhor situação, ainda que sobrevivendo em um mercado instável. Às vezes com mais trabalho, outras menos.

Entre os meus contatos no LinkedIn, é cada vez mais comum ver gente comemorando a reconquista do emprego depois de sete, oito meses de espera e um mar de dificuldades, começando pela autoestima. A crise começou decepando os maiores salários, depois atingiu geral, enxugou. Quem não tem um plano B engatilhado na manga demora mais a se reerguer.

O mais importante neste momento é, além de frear os gastos e controlar as contas, não sentir-se descartável. Todos nós somos ótimos em alguma coisa e tem, sim, lugar pra todo mundo. É preciso respirar fundo, manter a calma e não ficar parado.

student-studying-libraryNÃO FIQUE PARADO: ESTUDE, LEIA, INFORME-SE, ATUALIZE-SE

Não fique parado
Se trabalhando com carteira assinada ou empreendendo não podemos deixar de lado a atualização profissional, seja ela paga ou de forma autodidata, quem perdeu o emprego é que não pode ficar parado mesmo. A estagnação faz mal pra cabeça. Existem milhares de cursos de graça pela internet, ebooks, blogs, textos no LinkedIn. Estude, estude, estude, leia, informe-se. Atualize-se.

Cuide da sua marca
Aproveite o tempo pra cuidar dos seus interesses profissionais. Quem sabe é hora de colocar um talento em prática? Sempre tem alguma coisa que todo mundo diz que você faz muito bem. Pode ser o momento de investir em um negócio próprio, desde que você tenha disposição para empreender. Pense, planeje, comece. Aqui, mais algumas dicas para você posicionar sua marca: Oito passos para que sua marca tenha força.

Reforce sua network
Em vez de fechar-se na concha, retome as relações profissionais. Se ainda não tem um perfil no LinkedIn, considere a possibilidade. A rede de perfil profissional é ideal para ver e ser visto. Capriche nas informações, escolha uma foto adequada e, se você tiver disposição, aproveite seus conhecimentos profissionais para escrever no Pulse. Publique artigos, faça onda, mostre-se. Se tem perfil empreendedor, considere levar seu negócio a sério, profissionalizar um hobby, que tal? Faça a sua página no Facebook, use o Instagram. O tempo não para e a vida segue!

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Luciane Bemfica

Luciane Bemfica

Luciane Bemfica é jornalista no mundo corporativo que foi escolhida pela profissão. Em 2015 decidiu fazer MBA em Negócios Digitais para arejar as ideias. Foi aí que descobriu sua paixão pelo branding pessoal. Fez cursos e criou um site para ensinar que o nome e a imagem são o patrimônio mais valioso de qualquer profissional - estagiário, tia do café, chefe, dono de empresa ou do seu próprio nariz. É a número três de quatro irmãs, e a dinda da Vic e da Manu.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?