Economize tempo e dinheiro e seja o CEO da sua própria vida

É com muita frequência que vejo pessoas que se dedicam com força às empresas onde trabalham, ao negócio no qual são sócios ou proprietários. O problema é que não são felizes, não sentem-se realizados pessoalmente e profissionalmente. Pior é quando, depois de tanto tempo, são surpreendidos por uma demissão ou com a falência do empreendimento.

Uma pesquisa recente aponta que menos de um terço das pessoas empregadas estão infelizes no trabalho, a chamada “epidemia do desengajamento”.

Aí, quando olham pra trás, percebem quanto tempo perderam por cuidarem mais do patrimônio dos outros do que o deles mesmo. Muita gente ainda pensa que o cargo que ocupa é seguro, que a crise na economia vai passar logo, e que o fantasma da demissão só aparece nos sonhos dos outros.

Já vi muita gente demitida e completamente perdida, sem saber como procurar emprego porque apenas ocupou seus dias cumprindo horas de trabalho. Não se qualificaram, não se interessaram por uma nova atividade, não estudaram. Esses demoram mais que a média para conseguir um emprego e, quando conseguem, não recebem mais do que no anterior.

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O mercado de trabalho é dinâmico. As pessoas devem saber tirar proveito do que fazem de melhor para se tornarem mais competitivas. Pessoas fazem negócios com pessoas o tempo todo. Quem não for lembrado pelo que faz bem, pela diferença que faz na vida das pessoas, pela emoção que passa, tem menos chance de ser escolhido para uma promoção ou pelo cliente.

É preciso tirar da bagagem nossa melhor roupagem e usá-la a nosso favor todos os dias. Todos nós temos alguma coisa que sabemos fazer muito bem. Essa, pode apostar, pode ser a chave para o caminho do sucesso que tanta gente procura fora de si.

O personal branding faz justamente isso. Ajuda a descobrir o brilho muitas vezes escondido sob mantos usados como escudo de proteção. Traz à tona o que as pessoas fazem de melhor, ajuda a objetivar planos e traça estratégias de ação. Quem não se posiciona como CEO de si mesmo fica pra trás na selva do mercado.

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Luciane Bemfica

Luciane Bemfica

Luciane Bemfica é jornalista no mundo corporativo que foi escolhida pela profissão. Em 2015 decidiu fazer MBA em Negócios Digitais para arejar as ideias. Foi aí que descobriu sua paixão pelo branding pessoal. Fez cursos e criou um site para ensinar que o nome e a imagem são o patrimônio mais valioso de qualquer profissional - estagiário, tia do café, chefe, dono de empresa ou do seu próprio nariz. É a número três de quatro irmãs, e a dinda da Vic e da Manu.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?