Galeria Millan abre as portas para a mostra “Retratos”, com trabalhos raros e inéditos de grandes artistas nacionais

Programa cultural muito bacana para quem estiver em São Paulo neste sábado é a abertura da exposição “Retratos”, com curadoria do crítico de arte e pesquisador Rafael Vogt Maia Rosa. A coletiva reúne 30 obras de artistas brasileiros que, entre 1964 e 2017, tomaram o retrato como campo de investigação estética.

– Esse gênero permitiu aproximações de processos e realidades culturais diversas, tais como a fotografia e a pintura, o universo da arte conceitual e a moda – explica Rafael. Foram muitos os artistas nacionais que incursionaram pelo retrato. A seleção realizada valoriza o diálogo entre as obras, incluindo desde trabalhos inéditos de artistas representados pela Galeria Millan até itens raros de acervos particulares, que dificilmente são expostos ao público.

xuxaXUXA EM 1989: RETRATO DE BOB WOLFENSON PRESENTE NA EXPOSIÇÃO

A lista estelar de participantes traz Wesley Duke Lee, Tunga, Mario Cravo Neto, Waldemar Cordeiro, Geraldo de Barros, Carlos Fajardo, Claudio Tozzi, Regina Parra, Lenora de Barros, Maya Dikstein, Vik Muniz, Sergio Romagnolo, Boi, Rodrigo Andrade, Ana Prata, Gilda Vogt, Otavio Schipper, Tatiana Blass, José Resende, Fernando Zarif, Bob Wolfenson e Janaina Tschäpe.

unnamed-1“PITÁGORAS” (2014), DE TUNGA

Conversas mantidas com Tunga entre 2014 e 2016 impulsionaram a concepção da mostra. Em um desses encontros, Tunga, instigado pela curador, estabeleceu paralelos entre sua obra e a de Maria Cravo Neto, ambos reunidas em “Retratos”.

RETRATOS
Exposição coletiva com curadoria de Rafael Vogt Maia Rosa
Abertura: 11 março,  sábado
Horário: 12h às 16h
Galeria Millan (www.galeriamillan.com.br)
Rua Fradique Coutinho, 1360, Vila Madalena, São Paulo
Tel. 11. 3031.6007
Visitação até 8 de abril. De segunda a sexta, das 10h às 19h; sábados das 11h às 18h

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
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