Gatos são carinhosos e não têm sete vidas! Mitos que cercam esses adoráveis bichanos

Gateira inveterada, dona da Rose e do Gatão, fiz uma lista sobre os cinco principais mitos que envolvem o comportamento deste animal, que de frio e traiçoeiro, como erroneamente é visto por muitas pessoas, não tem nada.

Eles têm sete vidas?
Não se sabe ao certo de onde veio esta expressão, mas é provável que ela tenha origem no fato de o gato cair, normalmente, com as patas para baixo. A aerodinâmica de seu corpo possibilita que ele equilibre o peso e se prepare para a queda, prevenindo fraturas. Mas atenção! Não tem nada de sete vidas. Mesmo com esta característica, eles se machucam, e muito, em quedas ou acidentes. Também ficam doentes se não forem bem cuidados. Por isso, é muito importante vacinar e desverminar o seu amigo, conforme a orientação do veterinário.

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Deixa o gato passear, depois ele volta
Sim, normalmente ele volta. Mas os veterinários recomendam que os gatos não tenham acesso à rua, já que eles podem contrair uma série de doenças ao entrar em contato com outros gatos. O melhor é tê-los castrados e sem direito aos passeios. Sim, eles gostam de dar umas voltinhas, mas eles também são felizes ficando em casa com os seus humanos. A saúde e a longevidade deles agradece.

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Independentes, sim. Frios, nunca
Os gatos são, sim, muito mais independentes do que os cães. Limpam-se sozinhos em longos rituais de banho, administram a comida, aprendem sozinhos a usar a caixa de areia e toleram com mais facilidade as ausências dos humanos. Mas isso não quer dizer que eles não sintam falta da interação com as pessoas. Setem, e muito. Por isso, para ausências prolongadas, o ideal é contratar um catsitter ou pedir a um amigo ou parente gateiro para tomar conta do seu bichano, dando a ele atenção e carinho, para que este contato possa minimizar a sua solidão. E fique sempre atento aos sinais do seu gato. Eles são discretos, o que pode retardar a percepção de alguma doença ou machucado.

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Gatos são traiçoeiros
Só diz isso quem não convive com gatos. Experiências negativas com os bichanos podem ocorrer quando a pessoa não está acostumada com a personalidade do animal e trata-o da mesma forma que trataria um cão, por exemplo. Por isso é tão importante compreender a natureza do gato antes de interagir com ele.

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Caçadores por instinto, eles podem brincar como se você fosse a presa. Ou demonstrar seu carinho dando uma mordidinha de leve na sua mão. Um susto, em momentos como estes, pode resultar em acidentes. Mas se você tiver paciência para aprender com ele, vai logo perceber que existe um universo de comunicação possível entre nós, humanos, e estes seres magníficos. Basta a gente dar uma chance.

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Mia, esfrega, cheira…
O sistema de comunicação dos gatos é bastante complexo, mas com paciência e coração aberto a gente aprende rapidinho. Miadinhos curtos e aquela esfregadinha básica nas suas pernas podem significar um “oi! que bom te ver”, ou um convite para brincar. Orelhas baixas e olhos arregalados inspiram cuidado, pois o gato está estressado ou assustado. Miados longos e altos podem significar fome ou alguma dor. E, se num momento qualquer de preguiça, ele babar em você, sinta-se um privilegiado. Ele quer dizer “eu te amo”.

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  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda