Half-Tuck Shirt, já ouviu falar? AMIGA MARI mostra o novo estilo de usar a camisa

Descobri que um estilo de usar a camisa do qual fui adepta a vida inteira (camisa jeans, alfaiataria, flanela, seda, linho, algodão…. Seja ela feita do material que for) é a atual tendência da moda. Descobri por acaso, nessas navegações infinitas pela internet que costumo embarcar para estar sempre a par dos acontecimentos desse mundo, vasto mundo. Qual é o estilo, Amiga Mari? Eu diria que de novo não tem nada. Mas como a moda vive de revivals que sempre ganham novos nomes de batismo, este estilo ganhou a alcunha de Half-Tuck. No bom português, metade pra dentro, metade pra fora do cós (da calça, bermuda, saia… Da peça que for).

Olha!

half-abreASSIM MESMO, SEM MUITO MISTÉRIO
Basta abrir o último botão e colocar para dentro do cós a metade da camisa, deixando a outra metade soltinha por fora da peça de baixo

Fiz esta descoberta bem no dia em que selecionei uma camisa de alfaiataria do guarda-roupa para apresentar minha coluna no programa Band Mulher.

Olha!

mari-camisa-brancaCOMBINADA COM CALÇA PRETA DE ALFAIATARIA ESTILO JOGGING E SCARPIN

mari-camisa-branca-closeCLOSE NA AMIGA MARI
Escolhi colocar toda a camisa para dentro da calça, deixando de fora apenas esta metade da frente. Também é possível deixar a parte de trás da camisa para fora, mas, como a minha é bastante comprida, achei que por dentro funcionava melhor com scarpin e calça de alfaiataria. Se eu estivesse com jeans, por exemplo, teria deixado a parte de trás para fora, de um jeito mais casual

Neste momento em que escrevo para vocês, sou uma pessoa novamente trabalhada na tendência Half-Tuck! Kkkkkk! Agora, com um estilo mais despojado e informal.

Olha!

mari-camisa-xadrezCAMISA XADREZ COM METADE PRA DENTRO DO JEANS
Como esta camisa tem um caimento menos estruturado do que a camisa de alfaiataria branca e como estou com bota e jeans, deixei a parte de trás pra fora da calça. Abri o último botão da camisa e botei apenas essa metade que vocês estão vendo pra dentro do cós.

Por que eu gosto tanto deste estilo? Porque acho descontraído, porque acho que contribui para alongar a silhueta, porque acho que fica elegante e despojado ao mesmo tempo. Selecionei algumas imagens para vocês verem como o estilo Half-Tuck ganhou  as ruas com as mais variadas combinações.

Minha dica de Amiga Mari? Experimenta! Talvez, como aconteceu comigo, você passe a olhar a camisa com olhos muito mais amorosos e usáveis. E não tem regra, viu? Você verá que, dependendo da modelagem da camisa, do tamanho e também de acordo com a altura do cós da peça de baixo, você pode abrir até três botões.

Ah, e fica o convite pra me acompanhar sempre pelo Stories. Só clicar @mari_kalil

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

2 Comentários
  1. Amiga Mari, vc é uma querida e adoro suas dicas de moda. Sigo muitas delas no meu dia a dia de trabalho. Mas não me empolguei com esta. Não vi muito charme nesta metade pra dentro. Mesmo não me empolgando, aproveitei outros detalhes que mostrou indiretamente: amei bolsa amarela, lenço acabando rabo de cavalo… bj lindinha

  2. Acompanho todas suas dicas,e acho uma maravilha.Gostou de sabe das tendências na moda,embora saiba que nem todas vou aderir.Como tenho várias camisas vou usar essa moda pra sair do habitual adorei a dica.Ah sou sua fã.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda