Hora do blush: dicas de aplicação para ter aquele visual com cara de saúde!

O blush é um aliado no inverno e no verão e item indispensável na nécessaire, segundo maquiadores. Para a embaixadora da TheBalm no Brasil, Fernanda Leite, não é necessário fazer drama na hora usá-lo. Tampouco é preciso ter medo. O negócio é arriscar, experimentar e perceber o que mais nos cai bem.

– Acredito que, com relação à cor, também não existe uma regra fixa, basta ter bom senso. A cor certa é a que deixa você saudavelmente corada e feliz – afirma Fernanda.

Na aplicação, um truque que funciona para quase todas as mulheres é passar o blush com dois dedos de distância do nariz, em um ângulo que aponta para a parte superior da orelha. Outra situação bem simples é para quem tem o rosto oval: é só aplicar no alto das maçãs e puxar suavemente com o pincel em direção às têmporas.

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Para rostos com linhas diferenciadas, Fernanda revela alguns truques. No formato redondo, se a ideia é afinar, o ideal é usar um blush fino na diagonal e abaixo das maçãs. Para quem tem o rosto quadrado, o indicado é passar de forma arredondada, esfumando sutilmente para a lateral.

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Se há uma moda em blush neste inverno, ela refere-se ao blush pink. Embora tenha perdido o post de queridinho nos últimos tempos para o laranja e o pêssego, o blush pink tem suas virtudes, como dar uma cara de jovialidade. O segredo é escolher uma fórmula cremosa ou em gel e aplicar com os dedos, pois o calor das mãos ajuda a espalhar o produto de forma uniforme.

modelo119-660x400BLUSH E TODAS AS SUAS TEXTURAS
Se a pele for seca, prefira os líquidos; se for mista, os cremosos; se for oleosa, vá de blush em pó

Caso a preferência seja pelo blush em pó, a dica de Fernanda é preferir as versões metálicas e só aplicar na pele bem seca.

– O resultado fica bem mais natural e evita que a pele úmida ou molhada “chupe” o produto, concentrando-se nos poros – explica.

Para finalizar uma última dica:

– Aplique em camadas finas até chegar à cor desejada. A sutileza é amiga íntima do blush: é mais fácil acertar quando usado com moderação.

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
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