Loucura por esmaltes? Hiiiiii… Essa paixão é antiga!

O cérebro feminino quase entra em colapso com a infinidade de cores de esmaltes a cada nova estação. Fazemos uma espécie de análise combinatória, com as cores que vemos, roupas que temos, makes que usamos. Tentamos processar combinações em looks e moods. Uma única cor de esmalte libera a imaginação feminina.

Vem cá… Por que será mesmo que bebemos champanhe?

Esse costume de pintar as unhas parece novo. Mas, de fato, é muito antigo na história humana. Os chineses pintavam as unhas para marcar distinção social desde muito tempo antes de Cristo. Apenas a família real era autorizada a usar as cores dourado ou prateado – homens e mulheres. Os egípcios também pintavam as unhas para se diferenciar. Os ricos usavam cores escuras; os pobres pintavam com tons claros.

imagesCLEÓPATRA: A RAINHA DO ESMALTE VERMELHO

É impressionante como as cores tem força para nós. Vejam só o que a nossa conhecida rainha Cleópatra foi capaz de fazer, segundo lendas, por causa de uma cor. Ela criou uma lei para ser a única pessoa a pintar as unhas de vermelho em todo o seu reinado. Se alguém desobedecesse, era morte. A Cleópatra via nas unhas vermelhas a expressão máxima da beleza, do poder e da superioridade.

Os seres humanos são estranhos mesmo, hein? Curioso é que ainda brincamos com esses significados. Escolher a cor da unha é, claro, questão de gosto, e questão de imagem que se quer passar ou representar. Que cor você quer ser agora?

panvel vermehoVERMELHO COMO CLEÓPATRA?

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Priscilla Guimarães

Priscilla Guimarães

É analista cultural. Gosta de estudar os porquês da vida, o sentido das coisas. Se dedica a entender as formas de expressão e os significados da cultura. Hoje é sócia diretora na City - consultoria de pesquisa em comportamento humano que tem o propósito de trazer novas perspectivas sobre a sociedade para dentro das empresas. Também coordena a Clínica do Subterrâneo, workshops filosóficos organizados pela City, com o objetivo de trazer conhecimento das ciências humanas para as práticas empresariais. Ainda é sócia diretora na Comunidade Criativa, plataforma de co criação de produtos e serviços que une consumidores e marcas. É graduada em jornalismo e mestra em comunicação social. Já trabalhou com produção de TV, redação jornalística e publicitária, planejamento de comunicação e marketing. Foi professora de graduação e pós graduação. Morou em Paris. Faz psicanálise há 13 anos. Faz ballet e treinamento funcional. Pra relaxar, viaja, faz amigos e mergulho amador.

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  • Meu pai, meu norte, minha serenidade, minha calmaria, meu aconchego, meu alicerce, minha certeza, minha paz, minha alma. Meu baba, minha estrutura, minha vida. ❤️
  • À sombra dos Trompetes dos Anjos. #angelstrumpet #gettygarden #gettymuseum
  • Sob a luz do entardecer no Píer de Santa Monica, a confiança de que está tudo em seu devido lugar. ✨ #sunshine #vibration #california #bepositive
  • Foco, força, fé e meus dois anjos da guarda. #baba #mami #bepositive
  • No ventre de uma mãe, havia dois bebês. 
Um perguntou ao outro: “Você acredita em vida após o parto?" O outro respondeu: “É claro! Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde. “Bobagem", disse o primeiro. “Que tipo de vida seria esta?". O segundo disse: “Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora." O primeiro retrucou: “Isto é um absurdo. O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação." O segundo insistiu: “Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico". O primeiro contestou: “Bobagem! E além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá?". “Bem, eu não sei", disse o segundo, “mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós." O primeiro respondeu: “Mamãe? Você realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?" O segundo disse: “Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir." Disse o primeiro: “Bem, eu não posso vê-la. Então, é lógico que ela não existe." Ao que o segundo respondeu: “Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa".
✨✨✨
Esta foi a forma com a qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus. #amordemae #mamieeu
  • Às vezes, @chico_sperotto consegue me pegar no flagra. #meditandonarede 🙌🏻