Picanha assada com farofa de cogumelos e dois vinhos para harmonizar. Partiu aprender?

Um prato delicioso, rápido e fácil de preparar para saborear na companhia de vinhos que harmonizam perfeitamente com cada garfada. Sim, a felicidade encontra-se nas coisas simples da vida e, neste caso, na receita da Picanha assada com farofa de cogumelos, com grau de dificuldade fácil, rendimento de cinco porções. Vem aprender!

Pratos Cruzeiro's Bar CantareiraPICANHA ASSADA COM FAROFA DE COGUMELOS

Ingredientes da picanha
1 peça de picanha de cerca de 1 kg
4 colheres (sopa) de mostarda de Dijon
250 g de sal grosso

Ingredientes da farofa
½ xícara (chá) de bacon picado
400 g de cogumelo-de-paris também picado
5 colheres (sopa) de manteiga
2 xícaras (chá) de farinha de mandioca
2 colheres (sopa) de salsinha picada
2 colheres (sopa) de cebolinha picada
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo da picanha
Preaqueça o forno a 250°C. Em uma assadeira, faça uma cama de sal grosso. Sobre uma tábua de corte, com a picanha em temperatura ambiente, besunte toda a peça com mostarda. Coloque a picanha, com a gordura para cima, sobre o sal grosso. Cubra a carne com o restante do sal, fazendo uma crosta por cima e em volta da picanha. Leve ao forno preaquecido por 30 minutos. Nesse intervalo, a carne ficará rosada. Se desejar mais passada, deixe mais tempo. Quando retirar do forno, com uma colher, raspe bem todo o sal da picanha. Fatie e sirva, em seguida, com a farofa de cogumelos.

Modo de preparo da farofa
Leve uma frigideira grande ao fogo médio. Quando aquecer, adicione o bacon picado. Misture, de vez em quando, até que fique dourado por fora. Retire o bacon da frigideira. Reserve. Na mesma frigideira, usando a gordura que sobrou do bacon, adicione os cogumelos. Mexa de vez em quando e deixe até começar a dourar. Em seguida, junte a manteiga e, quando ela derreter, acrescente a farinha de mandioca. Volte com o bacon para a frigideira e mexa. Tempere a gosto. Quando a farofa estiver corada, adicione a salsinha e a cebolinha. Misture.

Dá só uma espiada nas indicações do sommelier da Wine.com de dois vinhos para harmonizar com o prato.

vinhoTRAPEZIO PETIT BO BÓ TINTO BLEND 2012
“A estrutura e os taninos deste rótulo são ideais para o peso e a textura da picanha assada. A mostarda combina com as notas de pimenta do vinho”

toroTORO LOCO BARRICAS & TINAJAS 2015
“O toque defumado e terroso presente no vinho combina com o bacon e com o cogumelo da farofa”

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?