AMIGA MARI explica por que a camisa vestido é peça-chave, clássica e curinga

Não tem dor de cabeça, não tem tempo gasto com muitos “pensos” e combinações. Camisa vestido é aquela típica peça “vestiu, saiu!”. E o melhor de tudo: para qualquer lugar, do ambiente profissional ao cineminha de final de semana. Outra razão que me faz adorar a camisa vestido é que ele não é uma peça de roupa datada. É um clássico, um curinga super versátil que se adapta a vários estilos e tipos de corpo. Basta saber como usar – e é isso que vamos ver agora.

vestido1
MODELO CLÁSSICO DE LISTRAS VERTICAIS QUE CONTRIBUI PARA ALONGAR E AFINAR A SILHUETA. ELEGANTE E NUNCA SAI DE MODA. PODE SER USADO COM CINTINHO FINO MARCANDO A CINTURA ALTA OU SOLTINHO, VAI DA PREFERÊNCIA DE QUEM VESTIR
vestido2
PODE EXISTIR ALGO MAIS DESCOMPLICADO DO QUE FECHAR UMA CAMISA VESTIDO JEANS E SAIR PORTA AFORA? NÃO, NÃO E NÃO. COMBINA COM QUALQUER SAPATO – DA SANDÁLIA DE SALTO E TIRAS FINAS AO TÊNIS. TUDO DEPENDE DO MOMENTO E DO EVENTO.
vestido3
UM TRUQUE DE ESTILO QUE APARECEU BASTANTE NOS ÚLTIMOS TEMPOS É USAR UMA LONGA CAMISA VESTIDO ABERTA SOBRE JEANS E CAMISETA. TRATA-SE DE UM VISUAL BEM JOVEM E FASHIONISTA!
vestido4
ESTE MODELO DE CAMISA VESTIDO JEANS É CONFECCIONADO COM UM DENIM MAIS MALEÁVEL, DAÍ O MELHOR CAIMENTO PARA ESTE COMPRIMENTO LONGO. A CARA DE UMA PRIMAVERA ELEGANTE, VAI DIZER? NO VERÃO, FUNCIONA ATÉ COMO SAÍDA DE PRAIA
vestido5
CLÁSSICO BRANCO USADO COM ACESSÓRIOS EM PALHA: SUPER TENDÊNCIA DO VERÃO 2018
vestido6
PRETINHO BÁSICO SOLTINHO COM SANDAL BOOT E CARTEIRA. PRONTA PARA O QUE DER E VIER
vestido7
O LONGO VERMELHO PERDE A FORMALIDADE COM A CARTEIRA DIVERTIDA EM FORMATO DE TUCANO. BOLSAS FUN ESTÃO EM ALTA NA ESTAÇÃO
vestido13
QUEM PASSA CALOR ASSIM NA CIDADE? NINGUÉM. NADA MAIS CONFORTÁVEL QUE UMA CAMISA VESTIDO BEM SOLTINHO, COQUE NO ALTO DA CABEÇA E TÊNIS NOS PÉS, COMO ESTE NEW BALANCE, QUE TODO MUNDO ESTÁ ADORANDO ADORAR!
vestido8
ESTILO LADY LIKE COM MODELO XADREZ E CINTINHO MARCANDO A CINTURA. NOS PÉS, MOCASSIM E VOILÀ!
vestido10
SUPER SOLTINHA COM UMA SUPER SANDÁLIA GLADIADORA E NADA DEMAIS. SIMPLES E CHIQUE
Compartilhar
Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

4 Comentários
  1. Olá, Mariana!
    Adoro seus posts com fotos, dicas, sugestões e informações de moda e outros.
    Gostaria de saber se as bolsinhas pequenas com corrente dourada podem ser usadas em ocasiões mais informais.

    Lísia

Comentar

Seu endereço de email não será publicado

Utilize as tags HTML : <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Facebook

Instagram
  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?