Incríveis receitas de maionese (nada trash!) para acompanhar belisques e petiscos

Sempre torci o nariz para maionese, desde pequena, desde os tempos de prensado na hora do recreio do colégio no bar do Zé. Os anos passaram e modifiquei um tanto meu paladar. Ainda assim, torço um pouco o nariz para uma maionese qualquer. Prefiro mostarda e sempre coloquei mostarda em tudo, inclusive no saudoso prensado do bar do Zé. Mas que raios, então, estou aqui perdendo meu tempo escrevendo um post sobre “quatro incríveis maioneses”? Aí é que está. Essas quatro incríveis maioneses são realmente especiais. Explico.

Os bares Vila Seu Justino, Pracinha do Seu Justino, High Line Bar e Oh Freguês contam com maioneses próprias para acompanhar as mais diversas porções disponíveis em seus cardápios. As receitas são originais e criadas pela chef Cintia Fernandes e pelo chef Gabriel Oliveira.

A maionese do Vila Seu Justino, por exemplo, idealizada por Gabriel, é feita com Mostarda Dijon e é o acompanhamento perfeito para hambúrgueres. Já a versão da Pracinha do Seu Justino, do mesmo chef, é feita a base de páprica e combina com batata frita. As criações da chef Cintia vão desde a maionese tradicional verde, servida no Oh Freguês, acompanhada de iscas de frango, até a versão sofisticada com tinta de lula, disponível no High Line Bar.

Todas as receitas levam ingredientes que amo e, justamente por isso, achei que era meu dever compartilhar com vocês. Antes de começar a salivar, deixo o convite pra me acompanhar também no Instagram: @mari_kalil

Vamos lá aprender para reproduzir no conforto do nosso lar doce lar!?

index_strip_148707_2_fullMAIONESE DE PÁPRICA PICANTE

Ingredientes
200 ml de água gelada
1 dente de alho roxo amassado
100g de gema pasteurizada
2 unidades de limão
1 colher de sopa de Mostarda Dijon
2 garrafas de óleo de girassol
45g de páprica picante
10g de sal refinado

Modo de preparo
1. Na batedeira, adicionar a gema, suco do limão, mostarda Dijon, sal e o alho espremido e bater em velocidade média.
2. À parte, diluir a páprica na água gelada.
3. Adicionar o óleo de girassol em fios, aos poucos, na batedeira dando consistência à maionese, sempre mesclando com a água gelada com páprica em fios até o final.
4. Conservar sobre refrigeração. Validade de 2 dias.

index_strip_148707_3_fullMAIONESE DA CASA DO VILA SEU JUSTINO

Ingredientes
1,6 litros de óleo de girassol
200ml de azeite extra virgem
100g de gema pasteurizada
2 unidades de limão Taiti
50g de cebolinha
45g de mostarda Dijon
10g de sal
1g de Pimenta do Reino
200 ml de água gelada

Modo de preparo
1. Numa batedeira em velocidade média adicionar gema pasteurizada, mostarda Dijon, suco do limão, sal, pimenta do reino, cebolinha picada e bater.
2. Aos poucos, ir adicionando na batedeira o óleo de girassol em fios, até dar consistência de maionese, mesclando sempre com a água gelada até o final.
3. Conservar sobre refrigeração. Validade de 2 dias.

index_strip_148707_1_fullMAIÔ DA CASA DO OH FREGUÊS

Ingredientes
1 ovo
200ml de óleo de girassol
50ml de azeite
1 colher de chá de mostarda
¼ de dente de alho
½ maço de salsinha
Sal a gosto

Modo de preparo
1. No liquidificador, bata o ovo, a mostarda, o alho e as folhas de salsinha até tomar textura de creme.
2.Coloque aos poucos o azeite em fio batendo na velocidade máxima.
3. Em seguida, colocar aos poucos o óleo em fio (de preferência gelado) até se transformar em um creme espesso. Tempere com sal a gosto.

index_strip_148707_0_fullMAIONESE TINTA DE LULA

Ingredientes
1 ovo
200 ml de óleo de girassol
50 ml de azeite
1 colher de chá de mostarda
¼ de dente de alho
1 colher de sobremesa de tinta de lula
Sal a gosto

Modo de preparo
1. No liquidificador, bata o ovo, a mostarda e o alho até tomar textura de creme.
2. Coloque aos poucos o azeite em fio batendo na velocidade máxima.
3. Em seguida, colocar aos poucos o óleo em fio (de preferência gelado) até se transformar em um creme espesso.
4. Tempere com sal a gosto.
5. Em um recipiente, misturar a tinta de lula com a ajuda de um fouet (batedor de arame).

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?