Tem gente gastando (muito!) mais do que pode para se exibir nas redes sociais

A gente é humano e sabe que fazer uma boa figura faz parte de ter um bom Ibope, atrair atenção e tudo mais, mas tem gente exagerando… E não sou eu quem está falando, não. Uma pesquisa encomendada pelo Serviço de Proteção ao Crédito, o temido SPC Brasil, junto com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas mostrou que 25% dos entrevistados gastam mais do que podem só para mostrar nas redes sociais. Oi???????? Os dados foram coletados a partir de entrevistas com 623 pessoas com idades entre 25 e 35 anos em 27 capitais.

O caso Essena O’Neil estimula a reflexão: quem são nossos ídolos?

E tem mais, calma. Desses, 11% admitem que compram pensando na opinião alheia (quantidade de likes) em vez de pensarem na própria satisfação. E se há quem se exiba, há quem repare na vida alheia. A pesquisa mostra que 46% das pessoas aproveita as fotos postadas para reparar na casa, roupas, objetos e afins dos amigos.

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Agora senta aí para não cair. A pesquisa perguntou por que as pessoas gastam mais do que podem. Pagar escolar, faculdade, viagem? Nada disso. Cinquenta e nove por cento disseram que têm necessidade de coisas novas para melhorar suas vidas. Já 24% responderam que gostam mesmo é de manter um glamour.

Quem sou eu para julgar, mas essa onda de se exibir nas redes sociais está criando uma única coisa: uma nação de jovens endividados.

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Camila Tavares

Camila Tavares

Camila Tavares é esposa e ma(boa)drasta. Mora no Rio de Janeiro. Formada em jornalismo e direito, pegou gosto pelos negócios digitais e hoje preenche seu coração com conteúdo e estratégia.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?