Eternas do Carnaval: as marchinhas clássicas para aquecer os tamborins!

Mais um pouquinho e o Carnaval já está ai! Há milênios a humanidade organiza festejos para dar adeus à carne e iniciar o período de jejum, de acordo com a história religiosa. E, aqui no Brasil, tradicionalmente, temos como festejo as escolas, os bailes, os blocos de rua e, é claro, tudo isso com música. Todo Carnaval que se preze também tem boa música, tem as marchinhas. Muitas delas agradam tanto os foliões que viram clássicos, e todos os anos são celebradas.

Fiz uma pequena seleção dessas marchinhas inesquecíveis de Carnaval para aquecer os tamborins.

Maria Sapatão
Essa é da década de 50. Ficou popular pelo querido Chacrinha, mas o compositor foi João Roberto Kelly.

O Teu Cabelo Não Nega
Começou a fazer sucesso em 1932. A letra original era de uma dupla de pernambucanos. Depois, foi “acariocada”.

Aurora
A marchinha é da década de 40 e, segundo Mario Lago, um dos compositores, foi feita em uma quarta feira de cinzas.

Saca-rolha
Um casal com nomes um tanto peculiares – Zé da Zilda e Zilda do Zé – criaram essa marchinha sucesso de 1954.

Mamãe Eu Quero
Ela é de 1937. Mas foi na voz de Carmen Miranda, em 1941, que virou xodó.

Pra quem vai pular, pra quem vai dançar, pra quem vai só ouvir ou acompanhar, e pra quem vai descansar, um ótimo Carnaval!

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Priscilla Guimarães

Priscilla Guimarães

É analista cultural. Gosta de estudar os porquês da vida, o sentido das coisas. Se dedica a entender as formas de expressão e os significados da cultura. Hoje é sócia diretora na City - consultoria de pesquisa em comportamento humano que tem o propósito de trazer novas perspectivas sobre a sociedade para dentro das empresas. Também coordena a Clínica do Subterrâneo, workshops filosóficos organizados pela City, com o objetivo de trazer conhecimento das ciências humanas para as práticas empresariais. Ainda é sócia diretora na Comunidade Criativa, plataforma de co criação de produtos e serviços que une consumidores e marcas. É graduada em jornalismo e mestra em comunicação social. Já trabalhou com produção de TV, redação jornalística e publicitária, planejamento de comunicação e marketing. Foi professora de graduação e pós graduação. Morou em Paris. Faz psicanálise há 13 anos. Faz ballet e treinamento funcional. Pra relaxar, viaja, faz amigos e mergulho amador.

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  • Deprimida sem motivo! 🤣🙌🏻🙏🏻♥️
  • 26/12/1993, PUC-RS, Bacharel em #jornalismo e uma frase de #paulofrancis que sempre me guiou: “Crítica não é raiva. É crítica. Quem ofende os leitores é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável, mas é, insisto, uma forma de respeito”. #tbt #throwbackthursday #quintafeiradoretorno #quintafeiradoretrocesso
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