Conversa de elevador

Semana passada, pra variar, apesar de levantar cedo já levantei atrasada. Vesti qualquer coisa, jeans, All Star, camiseta branca e camisa por cima. Não tive tempo de lavar o cabelo e usei um recurso que gosto bastante quando isso acontece: enchi ele do meu fixador preferido, o Redken 23, do comprimento às pontas para dar volume e prendi num rabão de cavalo com uma piranha.

hairspray_forceful23_redken_400ml_3OI, BONITÃO!

Entre tomar café e passear com o Bento, obviamente sacrifiquei o meu café. Coloquei apenas um filtro solar no rosto e nada mais. Cara lavada mesmo. E é sempre assim: quando a gente está se sentindo um demônio que as coisas acontecem. Cheguei no prédio da RBS, corri até o bar, passei a mão num café preto e numa garrafinha d’água e esperava o elevador quando eles apareceram: Tulio Milman e Thedy Corrêa.
– Oi!
– Oi!
– Oi!
– Tulio, agora que te vi me lembrei – eu disse.
– Lembrou do quê? – ele perguntou.
– Sonhei contigo hoje. Tu tinha sido preso.
– Mas o que foi que eu fiz?
– Não faço ideia. Só sei que tu estava preso.

Então o elevador chegou – e eu entendi. Eles estavam ali para gravar o Conversa de Elevador, o programa de entrevistas do Tulio no ZHTV. E foi de cara lavada, cabelo duro de fixador, cara de demônio, copinho de matéria com café e água na outra na mão que fui convidada a participar.

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Mari Kalil

Mari Kalil

Sou escritora, jornalista, colunista da Band TV e Band News FM e autora dos livros "Peregrina de araque", "Vida peregrina" e "Tudo tem uma primeira vez". Sou gaúcha, nasci em Porto Alegre, vivo em Porto Alegre, mas com os olhos voltados para o mundo. Já morei em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Barcelona. Já fui repórter, editora, colunista. Trabalhei nos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil; nas revistas Época e IstoÉ e fui correspondente da BBC na Espanha, onde cursei pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona. O blog Mari Kalil Por Aí é direcionado a todas as mulheres que, como eu, querem descomplicar a vida e ficar por dentro de tudo aquilo que possa trazer bem-estar, felicidade e paz interior. É para se divertir, para entender de moda, de beleza, para conhecer lugares, deliciar-se com boa gastronomia, mas, acima de tudo, para valorizar as pequenas grandes coisas que estão disponíveis ao redor: as coisas simples e boas.

Sem comentários ainda.
  1. Sempre assisto o Tulio no elevador. Mas o que achei mais engraçado foi que a Mari só ficou assoprando o café. Ficou com vergonha de tomar, Mari?? hahhaha

  2. Oi Mariana,
    Eu vi a foto na ZH de hoje, não tinha te reconhecido pelo cabelo + crespo e um pouco alto, depois li na parte da foto que era tu. Boa viagem!

  3. #conversadeelevador: muito bom esse lance inusitado, cantei muito pra minha filha Camila essa música, mesmo antes de nascer, caminhando pela rua, por ex.

  4. Oi, Mari!
    Meu comentário não tem anda a ver com esse post, mas com um passado. Explico: no findi eu fui botar um vestidinho prá aproveitar as noites não tão frias e achei minhas pernocas muito brancas. Foi então que me lembrei que, ano passado, ganhei um óleo sève da Natura, com tonalizante para as pernas. Ele é bifásico. Perfeito! Até elogiaram meu (falso!) bronzeado. Passo quando já estou pronta. Fica melecado só até secar, como todo óleo. Procurei-o agora pelo site, mas não encontrei. E, enquanto passava, pensei: “tenho que contar prá Mari!”
    Tomara que ele ainda exista!
    Ah, e o vídeo tá muito legal!
    Beijocas,
    Gabi.

  5. Adorei também, linda amiga !! Nenhum de Nós é excelente e, por uma grande coincidência do destino, o baterista do grupo, Sady Homrich Filho, é filho de um ex-colega da Empresa em que trabalhei por 37 anos (já me aposentei, é lógico, graças a Deus). Vi o Sady pequeno, correndo nos corredores do Centro de Treinamento que eu estava lotado, nos meus 18 anos de idade (1974), e nas festas de final de ano, ele e seu irmão Ricardo corriam pelo campo de futebol do Centro. Recentemente, tive a honra de rever a mãe dele, numa clínica de fisioterapia da Luiz Afonso (é moradora da área próxima), e ela ficou muito feliz em relembrarmos décadas passadas. Esta nossa vida é uma dádiva divina, querida amiga Mariana, anjo de luz abençoado !! Vamos e voltamos no tempo, de repente, e sementes plantadas, germinam adiante com muito louvor !! Amei rever VOCÊ, sempre linda, mesmo quieta, meio tímida hoje, dentro daquele pequeno elevador !!! Muita paz, jovem amiga !! Com carinho e respeito, seu eterno amigo.

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