Hipnotizada pelos Kennedy

Há dois seriados que entrarão para a história da vida da Mariana: Sex and the City e 24 Horas. Tenho todas as temporadas e sou a maior órfã de Carrie & Cia e de Jack Bauer. Nunca vi pela TV, pois não aguentava assistir a um capítulo e esperar uma semana inteira para assistir a outro – sobretudo no caso de Jack Bauer. Então, comprava as temporadas, me encerrava em casa e não levantava nem para almoçar ou jantar.

Conheci Jack Bauer quando morava em Barcelona. Via o seriado dublado em espanhol. Era péssimo, mas eu não perdia nunca. Minha mãe nunca aprendeu a telefonar depois do programa. Ela tinha a capacidade de me ligar sempre na hora que Jack estava em apuros:

– Mariana, fala com a mãe! Tu tá bem, minha filha?
– MÃE, ESTOU VENDO JACK BAUER, SERÁ POSSÍVEL!?

Pois ontem, um terceiro seriado entrou para milha lista de “the best”: Os Kennedy. Estreou no dia 3 de julho e eu não tinha visto nenhum episódio. Então, ontem, o canal A&E avisou que exibiria a “maratona” Os Kennedy: cinco episódios seguidos. E eu sentei pra ver das 18h às 23h. Não levantei nem pra jantar. O diretor Jon Cassar, o mesmo de 24 Horas, tem esse efeito hipnotizante sobre mim.

Os Kennedy traz Greg Kinnear (Pequena Miss Sunshine) como John Kennedy e Katie Holmes como a primeira-dama Jackie (me deliciei com o figurino dela). O único ponto contra é a dublagem. Olha, é dose seriado americano dublado. Em breve, devem lançar a caixa com todos os episódios (e uma delas será minha, é claro). Achei um belo presente para dar para o pai e para o sogro de Dia dos Pais. Como se diz por aí, “fica a dica”.

Veja o trailer aqui http://www.youtube.com/watch?v=ftchdNDF_kQ

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Mari Kalil

Mari Kalil

Sou escritora, jornalista, colunista da Band TV e Band News FM e autora dos livros "Peregrina de araque", "Vida peregrina" e "Tudo tem uma primeira vez". Sou gaúcha, nasci em Porto Alegre, vivo em Porto Alegre, mas com os olhos voltados para o mundo. Já morei em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Barcelona. Já fui repórter, editora, colunista. Trabalhei nos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil; nas revistas Época e IstoÉ e fui correspondente da BBC na Espanha, onde cursei pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona. O blog Mari Kalil Por Aí é direcionado a todas as mulheres que, como eu, querem descomplicar a vida e ficar por dentro de tudo aquilo que possa trazer bem-estar, felicidade e paz interior. É para se divertir, para entender de moda, de beleza, para conhecer lugares, deliciar-se com boa gastronomia, mas, acima de tudo, para valorizar as pequenas grandes coisas que estão disponíveis ao redor: as coisas simples e boas.

Sem comentários ainda.
  1. Uma pena que não tivesse o Wikileaks na época dos Kennedys… 90% do seu glamour ia pro saco. Foi na época dele que os USA entraram no Vietnam, uma das páginas mais vergonhosas do planeta. Foi eleito com o apoio da máfia a troco do que, exatamente? E os tupiniquins adoram o figurino da Jackie…

  2. Uma pena que não tivesse o Wikileaks na época dos Kennedys… 90% do seu glamour ia pro saco. Foi na época dele que os USA entraram no Vietnam, uma das páginas mais vergonhosas do planeta. Foi eleito com o apoio da máfia a troco do que, exatamente? E os tupiniquins adoram o figurino da Jackie…

  3. Caro Mauro,
    Se vc visse a série constataria que ela não tenta endeusar a família Kennedy, muito pelo contrário. Tanto é que foi proibida de ser exibida em três canais nos Estados Unidos. E sim, Jackeline Kennedy foi um símbolo de elegância – e o é até hoje. Recomendo que vc assista. Pelo seu comentário, certamente vai gostar.

  4. Caro Mauro,
    Se vc visse a série constataria que ela não tenta endeusar a família Kennedy, muito pelo contrário. Tanto é que foi proibida de ser exibida em três canais nos Estados Unidos. E sim, Jackeline Kennedy foi um símbolo de elegância – e o é até hoje. Recomendo que vc assista. Pelo seu comentário, certamente vai gostar.

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