Meu salto não me incomoda

Posso ser voz dissonante, já que muita gente ama e faz: mas acho o fim dos tempos a moda de tirar o salto na festa, colocar o chinelinho e sair arrastando aquele vestidão com os dedinhos de fora, o cabelo já meio desmantelado e outras coisinhas que prefiro não comentar, já que internet é campo livre e muita gente adora me xingar quando digo que não gosto de ir a show, por exemplo,  e eu não estou a fim de criar polêmica e é isso aí.

Continuando o assunto: prefiro mil e uma vezes escolher um sapato confortável e me manter sem traumas em cima dele durante a festa inteira.

Mas a indústria prova que posso ficar aqui falando sozinha, vide a quantidade de ofertas de chinelos, rasteiras e sapatilhas lançados para atender a este público.

Esta Melissa, por exemplo

Bonita minha foto no Instagram, hein?

Essa Melissa foi lançada com a ideia de ser levada na bolsa para substituir o sapato apertado lá pelas tantas. É um graça, com glitter, cadarço para amarrar na perna e também em outras cores. Vem naquele saquinho preto ali onde diz  “Melissa Dance Hits”. Eu só acho que o saquinho devia ser um pouco maior. Para que se possa guardar o plataformão.

Outra opção, a Ballasox:

Achei lindinha também. E ela vem assim ó:

Enroladinha no saquinho

Mas daí eu fiquei pensando em como levar a Melissa e a Ballasox pra festa. Ok, na bolsa cabe, mas e na clutch que não comporta nem o celular?

Quer saber? Não é problema meu. Eu vou usar as duas no dia a dia. Porque, como já disse, meu salto não me incomoda.

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Mari Kalil

Mari Kalil

Sou escritora, jornalista, colunista da Band TV e Band News FM e autora dos livros "Peregrina de araque", "Vida peregrina" e "Tudo tem uma primeira vez". Sou gaúcha, nasci em Porto Alegre, vivo em Porto Alegre, mas com os olhos voltados para o mundo. Já morei em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Barcelona. Já fui repórter, editora, colunista. Trabalhei nos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil; nas revistas Época e IstoÉ e fui correspondente da BBC na Espanha, onde cursei pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona. O blog Mari Kalil Por Aí é direcionado a todas as mulheres que, como eu, querem descomplicar a vida e ficar por dentro de tudo aquilo que possa trazer bem-estar, felicidade e paz interior. É para se divertir, para entender de moda, de beleza, para conhecer lugares, deliciar-se com boa gastronomia, mas, acima de tudo, para valorizar as pequenas grandes coisas que estão disponíveis ao redor: as coisas simples e boas.

Sem comentários ainda.
  1. Graças a Deus alguém que concorda comigo! Acho o fim aquela farta distribuição de chinelinhos em festas de casamento, formaturas e daqui a pouco, até em aniversários de 1 aninho. Eu penso o seguinte: eu não comprei uma roupa cara e bonita, não fui no salão arrumar o cabelo e o rosto, não saí de casa me sentindo a bala que matou Kennedy pra acabar a noite de chinelo de dedo. Não. Nunca. Jamais. Fico em cima do meu salto até não aguentar mais e quando realmente não aguento, pego o rumo de casa. Mas chinelinho de dedo nem morta! Bjs

  2. Graças a Deus alguém que concorda comigo! Acho o fim aquela farta distribuição de chinelinhos em festas de casamento, formaturas e daqui a pouco, até em aniversários de 1 aninho. Eu penso o seguinte: eu não comprei uma roupa cara e bonita, não fui no salão arrumar o cabelo e o rosto, não saí de casa me sentindo a bala que matou Kennedy pra acabar a noite de chinelo de dedo. Não. Nunca. Jamais. Fico em cima do meu salto até não aguentar mais e quando realmente não aguento, pego o rumo de casa. Mas chinelinho de dedo nem morta! Bjs

  3. “Saí de casa me sentindo a bala que matou o Kennedy” – fantástico comentário!! Amei!
    E concordo em gênero, número e grau. Posso voltar com os pés sangrando, mas não troco meu salto alto e dolorido por chinelos de dedo de maneira alguma.
    Bjs

  4. “Saí de casa me sentindo a bala que matou o Kennedy” – fantástico comentário!! Amei!
    E concordo em gênero, número e grau. Posso voltar com os pés sangrando, mas não troco meu salto alto e dolorido por chinelos de dedo de maneira alguma.
    Bjs

  5. Mari, tens toda a razão. Outro dia a Julia Petit tratou do assunto e criticou muito esse comportamento nas festas. Ó, se o sapatinho está apertando e o pezinho doendo está na hora de a Cinderela tomar o rumo de casa, ainda que não tenha soado as 12 badaladas. Chinelos de dedo são deliciosos e adequados na beira da praia. bjo

  6. Mari, tens toda a razão. Outro dia a Julia Petit tratou do assunto e criticou muito esse comportamento nas festas. Ó, se o sapatinho está apertando e o pezinho doendo está na hora de a Cinderela tomar o rumo de casa, ainda que não tenha soado as 12 badaladas. Chinelos de dedo são deliciosos e adequados na beira da praia. bjo

  7. Também concordo. Nada de chinelo de dedos. Aliás, eles estao cada vez mais “adaptados” em lugares nada a ver. Exemplo? No aeroporto. Gente, as pessoas fazem voo internacional de flip flops!! Ih, fugi do tema, né? Beijo!

  8. Também concordo. Nada de chinelo de dedos. Aliás, eles estao cada vez mais “adaptados” em lugares nada a ver. Exemplo? No aeroporto. Gente, as pessoas fazem voo internacional de flip flops!! Ih, fugi do tema, né? Beijo!

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