Jaqueta para bombar

Há alguns bons dois invernos me dei conta que tenho predileção por casaquinhos no lugar de blusas quentinhas. Sempre foi algo inconsciente. Na hora de escolher entre uma blusa ou um casaquinho ( mesmo que seja da mesma cor ou estampa), eu sempre comprava o casaquinho. Minha lógica era o aproveitamento. O casaquinho eu posso usar aberto com outra camisa, ou fechado como a blusa que preferi não comprar.

TÔ CERTA OU TÔ ERRADA?

Nos últimos tempos, entretanto (adoro o “entretanto”), ando meio irritada com os tais casaquinhos. Já acho que, fechados, não ficam tão bem como uma blusinha. E abertos me obrigam a pensar que camisa colocar por baixo.

E EU NUNCA TENHO TEMPO DE PENSAR NISSO

Minhas últimas compras quentinhas foram três blusas de lã. Havia o casaquinho igual, mas eu preferi as blusas. E não me arrependo. Não preciso criar mil e uma combinações. Vestiu e está pronto. Neste estilo “vestiu e está pronto” pode ser incluida a Bomber.

A BOMBA?

A Bom-ber. A jaqueta Bomber, ou Bomber Jacket. É um modelo de jaqueta que tem punhos elásticos e shape arredondado.

BOMBER RUDGE

BOMBER TOPSHOP

BOMBER ANIMALE

BOMBER COLCCI

Ela entra naquela tendência esporte-chique, sabe assim? E é oriunda do estilo grunge. Dependendo da estampa ou do tecido, o estilo muda completamente. Eu comprei uma na Cori, há uns dois anos, e só agora, descrevendo a Bomber, me dei conta de que minha jaqueta é uma Bomber.

BAITA IDIOTA!

Uso muito ela. É um ótimo coringa. É preta de pele fake, com punho elástico na altura das mangas que têm mesmo comprimento das mangas dos casacos da Dilma. Não gosto muito de usar fechada porque o fecho vai até em cima e me sinto meio estrangulada. Uso aberta com camiseta e blusinha de manga comprida. Achei umas opções bem bacanas na Asos.

Abertinha com camiseta

Fechadinha como blusa

Entreaberta

Agora, com licença. Preciso me alongar.

SOU OUTRA PESSOA DEPOIS DESSA POSIÇÃO

 

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Mari Kalil

Mari Kalil

Sou escritora, jornalista, colunista da Band TV e Band News FM e autora dos livros "Peregrina de araque", "Vida peregrina" e "Tudo tem uma primeira vez". Sou gaúcha, nasci em Porto Alegre, vivo em Porto Alegre, mas com os olhos voltados para o mundo. Já morei em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Barcelona. Já fui repórter, editora, colunista. Trabalhei nos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil; nas revistas Época e IstoÉ e fui correspondente da BBC na Espanha, onde cursei pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona. O blog Mari Kalil Por Aí é direcionado a todas as mulheres que, como eu, querem descomplicar a vida e ficar por dentro de tudo aquilo que possa trazer bem-estar, felicidade e paz interior. É para se divertir, para entender de moda, de beleza, para conhecer lugares, deliciar-se com boa gastronomia, mas, acima de tudo, para valorizar as pequenas grandes coisas que estão disponíveis ao redor: as coisas simples e boas.

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