POR AÍ NO BAND MULHER: A quantidade certa e a melhor água para beber

Qual é a quantidade certa de água que devemos ingerir ao longo do dia? Água da torneira faz mal? Filtro de barro ou filtro alcalino? Ouvi a nutricionista Carina Borges a fim de tirar todas as dúvidas sobre a água nossa de cada dia. As respostas fizeram parte da coluna Por Aí no Band Mulher. Como o tempo do programa ficou curto, logo abaixo da imagem, complemento as informações que não foi possível transmitir na TV.

Para assistir a coluna, basta clicar na foto.

mari band aguaInformações extras

1) O pH normal do sangue deve ser mantido dentro de uma faixa estreita (7,35-7,45) para o funcionamento adequado dos processos metabólicos e para a liberação de quantidades corretas de oxigênio nos tecidos.

2) A escala do pH da água pode variar de 1 a 14, indicando a concentração de íons H+ presentes na água. É essa concentração de íons H+ que determina o caráter ácido da água. Todo o pH inferior a 6 é ácido. Quanto menor o número, mais ácida é a água. Por exemplo, o pH de um refrigerante é 2,5, extremamente ácido. O potencial acidificante de um alimento ou líquido, pode ser maléfico para a sua saúde. Doenças como o câncer, por exemplo, gostam de se instalar no meio ácido.

3) Os valores de 6 a 7 representam uma água neutra, não causam efeitos nocivos para a saúde, mas também não proporcionam benefícios. O pH ideal da água oscila entre 7,35 e 7,45. Ou seja, ao comprar água mineral, você deve certificar-se de que o pH seja o mais próximo deste índice.

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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Leva um tempo até a gente perceber que por trás da figura de mãe existe também uma mulher como nós. Com gostos, desejos, anseios, vontades, expectativas, decepções. Não dizem que são nas viagens que a gente conhece profundamente a essência dos amores e amigos? Pois viagens também contribuem para aproximar mães e filhas no papel de duas mulheres adultas e companheiras. Em nossas viagens, mãe e eu convivemos com nossas imperfeições e fizemos mútuas descobertas – das profundas às mais comezinhas. Ela bebe pouca água; eu vivo com uma garrafa na mão. Ela critica a minha garrafa; eu critico a falta de água no organismo dela. Ela já planeja a Páscoa do ano que vem; eu ainda nem cheguei no próximo Natal. Ela não compreende a minha falta de planos; eu não entendo a ansiedade dela. Ela pensa em voz alta; eu reflito em silêncio. Ela diz pra eu falar alguma coisa; eu suplico que ela cale a boca por cinco minutos. Ela prefere o sol do meio-dia; eu prefiro o ar-condicionado. Ela diz que estou branca feito um bicho da goiaba; eu respondo que ela está laranja feito um nacho de Doritos. Agora estamos de novo aqui, juntas, em viagem, sentadas na grama da praça de José Ignacio. Que bom, né, mãe? Que bom que a vida nos concedeu este prazo para descobrir ainda a tempo o privilégio de passearmos juntas por aí e explorar como adultas esta delicada amizade — e o que existe de melhor em cada uma de nós. ♥️ #amordemãe #amordefilha #viajecomsuamãe
  • Né?! 👌🏻