Só podia ser coisa do Fred

Um pouco antes de voltar de Barcelona, depois de uma temporada de dois anos, uma amiga, que tinha passado pela mesma experiência e já estava de volta a São Paulo, me avisou:
– Te prepara: nos primeiros três meses, a gente fica perdida, como se não pertencesse a lugar nenhum. Achei que era exagero.

ELA ESTAVA COBERTA DE RAZÃO

De toda a minha desorientação, eu tinha uma coisa muito clara, porém: não queria voltar a viver em São Paulo. Acho a cidade incrível, acho um dos destinos culturais e gastronômicos mais interessantes da América Latina, mas não queria mais morar lá. Queria voltar para casa, para perto da minha família, para um lugar menos tumultuado.

EU TAMBÉM

Fizemos essa primeira tentativa, lembra Bento? De Barcelona, escalamos em São Paulo, trocamos de avião e descemos em Porto Alegre, com toda a mudança e a bicicleta nas costas. Os dias passaram, tentamos emprego, os meses passaram, continuamos procurando emprego e, então, quis o destino que o jornal Estadão nos chamasse para trabalhar lá.

E VOLTAMOS PARA SÃO PAULO

Essa história tem ainda muito pano pra manga, mas não é sobre ela que quero falar. Ela fará parte de um novo livro que começo a escrever a partir de amanhã, quando saio em licença do jornal pelo período de um mês.

TENHO QUE ESCREVER EM UM MÊS

SERÃO DIAS DIFÍCEIS DE CONVÍVIO

Comecei a contar essa história porque no Estadão voltei ao convívio de um querido amigo, que estava trabalhando lá: o jornalista Fred Melo Paiva.

OI, FRED!
(Fred ama cachorro!)

Fred é mineiro, daqueles que fala como mineirinho, mansinho…. É Atlético Mineiro fanático. Tem sempre uma história engraçada pra contar e conta daquele jeito de mineiro, devagarinho… Escreve muito, muito bem. É um dos jornalistas mais inteligentes da minha geração. Nós vivíamos na redação do Estadão, até porque em São Paulo a gente não vai e volta de casa tão facilmente.

EU PASSAVA O DIA SOZINHO

Lá pelo meio da tarde, íamos ao bar do jornal comer um pão de queijo. Coisa típica de mineiro. Dia desses, eu e o Chico jantávamos com o Georginho e a Paulinha no maravilhoso Pepe Laytano, quando o Georginho comentou que assistia a um programa muito bom no History Chanel “com um cara de fala mansa, mineirinho, que, com aquele jeito ia conseguindo dos entrevistados tudo o que queria”.

SÓ PODE SER O FRED, PENSEI!

– Sim, o nome dele é Fred Melo Paiva – respondeu o Georginho.
Ontem, depois de, graças a Deus, achar o meu iPad dentro do carro, depois de trabalhar o feriado inteiro e de jantar uma baguete inteira com azeite de oliva e jamón serrano, peguei o iPad para recomeçar minha leitura da Elle. Abri exatamente em um texto inteligentíssimo do Fred.

AQUI ESTÁ!
(e o meu iPad também, graças a Deus!)

Tem dois trechos que gosto bastante:

O PRIMEIRO
“A realidade nos avisa que nossos filhos e netos não terão vida fácil se mantivermos o desejo até aqui irrefreável pela coisas que não são verdadeiramente necessárias. Uma amiga de mudança para a França com o namorado me pediu dicas de uma boa bicicleta para comprar em Paris. Acabou comprando uma usada (muito boa) porque se sentiu connstrangida a fazê-lo. Brincou: ‘O dinheiro aqui está ficando cafona’. Não é o dinheiro – é mostrá-lo sem uma real necessidade que está ficando cafona.”

O SEGUNDO
“O italiano Francesco Morace, do Future Concept Lab, um importante laboratório de análise de tendências e comportamentos de pessoas e mercados, já chamou a atenção para as mudanças do ‘mundo pós-opulência’ – valores ligados a sustentabilidade, compartilhamento e tempo livre serão de fato importantes na decisão de consumo. O fato de algo ser menos caro hoje não significa que não seja fashion. Pelo contrário. A noção de que para estar na moda é preciso comprar coisas caras é antiga.”

É muito bacana também o trecho em que Fred cita o que disse Karl Lagerfeld ao Estadão, no mês passado.

“É outra era. Ninguém quer ser elegante como era antigamente. Hoje a elegância é se sentir bem com o que você está vestindo. Se tem a ver com seu estilo e espírito, está perfeito. Não é se vestir para ser aceito por um grupo. Isso é demodé”.

Fechei o iPad e liguei a tevê. Ontem era o dia do Fred aqui em casa. Dei de cara com o programa dele no History Channel.

O que diz dele: Fred Melo Paiva podia ser um repórter convencional, mas escolheu outro ponto de vista. Para se infiltrar em universos estranhos, ele aceitou uma missão difícil: virar parte destes mundos, mesmo tendo que se transformar em outra pessoa. Nessa série do History, Fred é O Infiltrado.

OLHEM A PROGRAMAÇÃO AQUI E NÃO PERCAM

Hey, Fred!
Quando eu for a São Paulo, vamos comer um pão de queijo?

 

 

 





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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

18 Comentários
  1. Oi Mariana, boa sorte com o livro, aposto que vai fazer sucesso!

    Mas enquanto isso o blog ficará em standby? Coloca o Bento no seu lugar pra atualizar o blog por uns dias hehehe :D

    bjo

  2. Mariana…
    Conheço bem esta sensação, pois passei os últimos 10 anos vivendo em SP e retornei o ano passado pra Poa…nossa, que mudança ! Bjs Fe

  3. Outro dia mesmo e minha compi de piso estávamos tomando uma cava na nossa terracita (em termos Barcelônicos: cava de 3 euros do Mercadona, muito boa!), sem nenhuma ostentação nem nada, ate pq estávamos só nos duas, com roupa de ficar em casa, papeando, falando justamente sobre isso, as diferenças entre essa cultura de aparências e superficialidade tão forte no Brasil (importada direto dos States, porque se é importando é melhor), e a cultura tão mais relaxada e simples aqui na Europa, onde o luxo é ter qualidade de vida, não bens. E como nós nunca pagaríamos 600 reais (nem 300) numa calça jeans e ainda sair anunciando (eu teria vergonha, de ser trouxa e não saber o valor do meu dinheiro). Ao invés disso, eu tava me gabando da saia longa linda de morrer que comprei alí na lojinha da chinesa da esquina, e que custou 10 euros. Essa conversa, por sinal, foi provocada por um vídeo que tá rolando da rede de uma senhora, pobre, reclamando que o bolsa família era muito pouco, porque não dava pra comprar nem uma calça jeans de 300 reais pra filha adolescente dela… É, sei que não é só ela, é a cultura do Brasil, mas só de pensar nisso, cada vez tenho menos vontade de voltar pra terrinha e mais vontade de seguir aqui, que posso sair de havaianas até de noite e não me olham como se eu fosse uma mendiga…

  4. Mari, dias desses dei de cara com O Infiltrado sentada no meu sofá. O tema era religião, ele queria acreditar em Deus, afinal é um completo ateu. Esteve em cultos evangélicos, entrevistou pastores, padres e até em um terreno de umbanda. Choreiiiiii de tanto rir!!! Vale muito a pena procurar pelo episódio no youtube. O programa é maravilhoso mesmo.
    Adoro teu blog.
    Um grande beijo e sucesso na empreitada do livro.

  5. Boa sorte MK e muitas inspirações para o novo livro!!! Estarei no lançamento com certeza!!! Ainda bem que não vai nos abandonar no blog e na coluna! Beijosss!

  6. Sucesso no novo livro!

    Ainda esta semana conversava com um amigo sobre como na Europa Ocidental o importante é SER e não TER. Na Alemanha, de um modo geral, as pessoas têm acesso a tudo do bom e do melhor e se a Europa ainda não degringolou é por obra dos laboriosos alemães. Mas eles sabem exatamente o valor das coisas. Num sábado à noite, se ninguém tem dinheiro para sair, coisa cada vez mais comum por lá, sem problemas, o pessoal se reúne na casa de alguém, faz uma macarronada, junta uma porção daqueles chás de flores e frutas fantásticos e que custam menos de dois euros o pacote, coloca um CD do James Blake ou do Austra, acende umas velas pelo apartamento e conversa sobre tudo, namora, ri… até a madrugada.

    Meus amigos alemães ficam impressionados como os brasileiros se vestem, dando a impressão que estão sempre prontos para uma festa, ainda que estejam indo no armazém da esquina… Eles chegam a se sentir meio deslocados. E estão. O Brasil, que tanto critica os EUA, está virando uma sucursal “morena” dos ianques…

    Sim, o episódio do bolsa-família foi bem revelador: ao invés de pobres miseráveis reclamando seus direitos, o que a TV mostrou e que pode ser visto no You Tube, são rapazes fortões e muito bem alimentados quebrando agências bancárias, mulheres histéricas com medo de perder sua “mesada”. E tem história da calça de 300 reais…. Uma entre tantas das coisas absurdas que vi nesta semana sobre os “pobres brasileiros”.

    Esse negócio de classe C é algo que, do modo como é conceitualizado, só existe aqui no Brasil. Na Alemanha, alguns operários especializados e professores primários ganham quase a mesma coisa (às vezes os operários ganham bem mais). Mas eles não fazem necessariamente parte da mesma classe social. Não é o DINHEIRO que os iguala e sim o “consumo” de determinados bens culturais. Explicando melhor: o tal operário pega sua grana e vai passar as férias na Tailândia fazendo turismo sexual. O professor, nas férias, fica ali por perto, no sul da França talvez, onde terá além das praias, a oportunidade de visitar museus, fazer caminhadas, conhecer e boa e barata gastronomia local. O operário vai se vestir como um arremedo de rapper albino americano, encher a casa de tranqueiras eletrônicas e mandar ver num carrão potente. O professor, ainda que possa ter toda essa mesma parafernália eletrônica, vai comprar livros, cerâmicas, e investir para ter um jardim ou mini-horta no apartamento. Vai continuar andando de metrô ou bonde (pois é, eles TÊM um transporte público de qualidade!) Vai comprar jeans novos, os mais baratos, e continuar a usar seus antigos e ainda muito bons casacos e suéteres. Não há dúvidas, para os germânicos, que existe uma diferença social entre ambos, ainda que ganhem a mesma coisa.

    No Brasil, criou-se a ideia, ao que indica, bem sedimentada, que somos uma potência, com uma exuberante classe média, que pode comprar, comprar, comprar, ainda que não consiga escrever um parágrafo na internet sem cometer uns 30 erros gramaticais. Ter cultura é coisa de otários. Ostentar é que é “da hora”. Nossa classe C PODE comprar quantos carros novos quiser. E, a julgar por declarações governamentais, como a da presidente da Petrobras, de que “engarrafamento é uma cena linda”, DEVE. Se não, vai estar por fora.

    Nada contra o sertanejo universitário – trilha sonora oficial da nossa classe C -, ou o onipresente funk carioca, mas seria interessante que eles soubessem que existem outras texturas musicais. Se, ao menos, eles tivessem condições de entender essas diferenças entre o que é bom e o que é “da moda”. O que é “da hora”, o que é “quente”…

    É preciso se dar “bem” no Brasil de 2013. E ainda que não tenhamos mais os níveis de pobreza do passado, a criminalidade só cresce e cresce. Os jovens menos afortunados, digamos assim, tb querem entrar na festa “do crescimento”: querem o tênis que tal rapper usa, o smartphone que aquele jogador de futebol com cabelo ridículo anuncia. Querem pegar todas “as mina”. Querem tudo! Agora! E se vc não pode dar o que eles querem, te tacam fogo, porque a vida humana (e animal e vegetal) deixou de ter valor no Brasil dos novos tempos.

    Desculpe o desabafo, mas creio que vem de encontro ao que o teu amigo Fred escreveu (e que sei tb é o que tu pensas, Mariana). Quando será que nós, brasileiros, vamos perceber que algo muito errado, doentio, está tomando conta da nossa sociedade. A do “ter”, do “se dar bem”, do “levar a melhor”, do “ser mais que outro” baseado apenas no dinheiro????

    Abração!

  7. Aiiiiiiii, estou louca para comprar o meu Peregrina de Araque (sempre me programo e sempre acontece alguma coisa que me desvia do caminho), mas agora é questão de honra! Quero ir no lançamento do próximo e quero um autógrafo seu e do Bento heheh bjão

  8. Amei o post!!!!Super fã te acompanho no facebook,instagram e pelo blog!!!Os teus textos são muito engraçados e informativos!!!!Beijos um bom final de semana!!!
    ps.: AMoOOOO O BenTinHo de Paixão!!!!

  9. Pensei muito antes de escrever.
    Gente, o exemplo ainda é a melhor palavra.
    Tem muuuuiiiiita gente da tal classe C que tem postura sustentável, nao conhece a lei de Gerson e ta procurando viver melhor materialmente também. Mas isso nao significa que a maioria seja isso ou aquilo.
    To tentando encontrar uma definição, acho que meu sentimento é de tristeza quando leio um texto que generaliza, estereotipa, coloca todo mundo no mesmo saco.
    O brasileiro isso, a classe C aquilo…
    Li um texto preconceituoso, que julga, e se julga com melhores escolhas…
    E a nossa colega que nao quer voltar ao Brasil pq vão achar que ela é mendiga de havaianas, nao conhece a realidade, e ainda esta muito preocupada em viver para o julgamento dos outros.
    Mas no fim, tudo é só desabafo, aqui também…

  10. Mari,
    Gosto do teu blog por ser extremamente inteligente e por tu teres a capacidade – raríssima em hj em dia – de rir de si própria e teres coragem de expressar, sem medo, tuas opiniões. Além do Bento, claro, que nem se fala… O blog Por Aí está entre os meus preferidos, assim como o da crente de araque-e-sem-noção Cleycianne, os vídeos do Porta dos Fundos, O Morri de Sunga Branca, a revista Piauí e (bem) poucas coisas mais. Me esqueci de dizer no comentário anterior que no Brasil da atualidade tb é muito difícil expressar tuas reais opiniões, que logo as pessoas vão te colocando e colando rótulos, como “direitista”, “preconceituoso”, isso-e-mais aquilo. Pensar diferente da massa é crime, né? Sem contar que muita gente, principalmente na internet, lê muita coisa e confunde um exemplo com generalização. Fazer o quê? Eu, que sou um típico representante da tal classe C, fico feliz de haver espaço tão inteligente e engraçado na web. Espero que tu consigas escrever teu livro em tempo tão curto sem pirar muito rsrsrsrs, não abandone teus leitores do Por Aí (sim, muitos homens são teus fãs e isso tu já sabes) e todos nós estamos te desejando sucesso em mais uma aventura “da moça e seu cachorro com o dentinho para fora”. Grande abraço

  11. Eliana,

    Legal você falar em julgamento e ser a primeira a sair julgando alguém que não conhece. A moça das Havaianas que não conhece a realidade, já morou no Brasil, morou no exterior, voltou a morar no Brasil, e depois voltou a morar no exterior. Acho que depois de tudo isso, de começar do zero várias vezes, porque não, eu nunca cheguei num país com emprego garantido, casa, roupa passada e amigos, cada vez foi começar do zero mesmo, então acho que depois disso tudo eu posso dizer que eu conheço, ao menos um pouquinho, a realidade. E é obvio que o motivo pelo qual eu não quero voltar pro Brasil não é porque não vou mais poder sair à noite de Havaianas (!) e sim, principalmente, pela insegurança, a violência, a falta de qualidade de vida. Se eu me importo com o julgamento dos outros? Não sou imune, não, quem é? Você por acaso sai de casa de pijama? Vai pra uma festa sem nada de maquiagem? Duvido. Por que será? Com certeza não tem absolutamente nada que ver com o que os outros vão pensar…

    Assim sendo, acho que você não entendeu os textos, nem o meu, nem o da Mariana, nem o do João Inácio, e nem o do Fred. É claro que tem pessoas que não são assim. Graças a Deus, senão estávamos perdidos. Espero que você seja assim também, e por isso sua indignação. Ninguém disse que isso era uma regra. Que todos os seres humanos são assim. Nem que todos os brasileiros são assim. Mas sim, aí no Brasil se nota que a coisa é mais forte, desculpa, mas isso não tem como evitar, e se você falar com mais gente que mora/morou fora, garanto que muitos vão concordar. Porque às vezes a gente só enxerga o todo quando se afasta. Isso também me entristece. E me alegra que essa discussão exista porque isso significa que tem gente se dando conta e querendo mudar.

    Agora, não sai julgando uma pessoa que você nem conhece baseado em um parágrafo, tá? Fica feio… E não ajuda no seu ponto de vista.

  12. Vick,
    Peço desculpas pelo julgamento, tens razão, não nos conhecemos e um parágrafo não define ninguém. Estendo ao João Inácio e MK, que também podem ter se sentido atingidos ou ofendidos.
    Nossas reflexões sobre este assunto poderiam durar horas, acredito que seria muito bom.
    Realmente me deixei levar por um sentimento de indignação que sempre me vem quando enxergo generalizações e rótulos, que muitas vezes nao são a intenção de quem se expressa.
    Abraços sinceros e tudo de bom.

  13. Olá Mary e João Inácio! Muito obrigada por escreverem! Eu estava muito precisando de palavras como estas. Estou “em crise” de identidade por não ter mais uma vida social movimentada como na época das “vacas gordas”, quando eu podia acompanhar a turma aos restaurantes e shoppings. Estou mudando de profissão e preciso economizar durante esta fase de transição. Mas o preço está sendo ficar um pouco fora da agitação social. Não entendo porque é tão difícil encontrar companhia para ir a brechós, museus, sebos (adoro livros sobre outros países porque me oportunizam conhecer outras culturas pelo valor que posso pagar). Ao ler os textos escritos por vocês. Além de saber sobre outras culturas. Percebi que não estou errada. Só fiz algumas escolhas diferentes e devo seguir tentando enriquecer o meu intelecto da maneira como posso. Assim, quando o sucesso profissional chegar! E ele vai chegar! Serei uma pessoa muito melhor do que a que eu era quando ficava admirando as “calças de muitos reais” e bebendo litros de refrigerante em rodas de conversa sobre a prova do líder do Reality da Tv. Boa sorte Mary com o livro! Se eu conseguir, certamente estarei no lançamento e poderei ter a honra de conhecê-la pessoalmente. Beijos e obrigada mais uma vez!

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