AMIGA MARI mostra que é possível usar vestidos de verão no outono inverno

Há algumas décadas, quem vive no sul do país sabe bem disso, éramos obrigadas a ter dois guarda-roupas. Ou melhor, dois em um: no inverno, subíamos para as prateleiras de cima as peças de verão; no verão, vice-versa. Só que a Terra já foi um lugar com estações mais definidas. Nos últimos anos, em função do aquecimento global e de todas essas mudanças climáticas, passamos a usar a mesma peça de roupa em todas as estações – e o vestido é uma delas.

Claro, não me refiro a usar vestidinho de seda sem mangas com temperatura abaixo de zero, mas ter ciência de que, combinados a blusas de manga longa, meia calça, cachecol e afins, eles podem ser bem aproveitados em dias frescos e não congelantes. Separei algumas ideias para ilustrar o que quero mostrar. Vamos ver? Vamos, Amiga Mari!

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SE VOCÊ FAZ UM ESTILO MAIS DESCOLADO, ESTA É UMA OPÇÃO BACANA: COLOCAR UMA MEIA CALÇA POR BAIXO DO VESTIDO MIDI (ALIÁS, MIDI É ÓTIMO COMPRIMENTO PARA A MEIA ESTAÇÃO, E TÊNIS). COMO O VESTIDO TEM MANGA LONGA, UM CASACÃO FOFINHO E PRONTO!
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A JAQUETA PERFECTO DÁ TODO O CHARME AO VESTIDO ANIMAL PRINT. COMO O FRIO NÃO SOPRA MUITO NESTE CASO, BASTA UMA BOTINHA E A CANELA DE FORA NÃO SOFRE
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UMA OPÇÃO SUPER JOVEM E CHARMOSA: O VESTIDO CURTINHO E ESTAMPADO TEM O PRETO COMO COR DE FUNDO. POR ISSO, A MEIA CALÇA PRETA CAI COMO UMA LUVA. COTURNO COM OUTRA MEIA PRA ESQUENTAR BEM OS PÉS, CARDIGÃ E UM SUPER CACHECOL
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OLHA QUE IDEIA BACANA: ELA APROVEITOU O VESTIDO BRANCO QUE É A CARA DO VERÃO E CRIOU UM LOOK TOTALMENTE INVERNAL. COMO? COM UM SUÉTER VINHO EM SINTONIA COM A BOTA DE CANO LONGO, GORRO DE LÃ E, POR CIMA, ESTE QUENTINHO CASACO DUFFLE MARINHO COM CAPUZ
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EM VEZ DE SUBIR O VESTIDINHO FRESQUINHO FLORAL PRA CIMA DO ARMÁRIO, ESCOLHA UMA BLUSA JUSTINHA DE MANGA LONGA PARA USAR POR BAIXO E JOGUE UM OVERCOAT POR CIMA
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ADORO BRANCO NO INVERNO, POIS QUEBRA A LÓGICA DE CORES ESCURAS E SOMBRIAS, SABE ASSIM? ELA USOU O VESTIDO POÁ DE VERÃO E COLOCOU POR CIMA UMA BLUSA DE LÃ BRANCA QUENTINHA. A BOTA BRANCA COMPLEMENTA O LOOK MONOCROMÁTICO, E A POCHETE ATRAVESSADA DÁ O TOM URBANO E COSMOPOLITA
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MAIS UMA VEZ, O TRUQUE DE USAR UMA BLUSA JUSTINHA PARA AQUECER O CORPO POR BAIXO DO VESTIDO DE ALCINHA. COMO A TEMPERATURA PERMITE, ELA USA COM SAPATO BONECA COM TORNOZELEIRA E A JAQUETA PERFECTO
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PERCEBE COMO O TRUQUE DE ESTILO DA BLUSA JUSTINHA DE GOLA ALTA É RECORRENTE EM VÁRIAS SITUAÇÕES? NESTE LOOK, FICOU UM CHARME A BARRA DO VESTIDO COM BABADO ASSOCIADO À BOTA MEIA VERMELHA, UM DOS HITS DA ESTAÇÃO. ELA É PRÁTICA PORQUE VOCÊ NÃO PRECISA SE PREOCUPAR COM CORES DE MEIA!
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Mari Kalil

Mari Kalil

Jornalista e escritora, Mariana Kalil é diretora de conteúdo do site MK e colunista do programa Band Mulher e da rádio Band News FM. É também autora dos livros "Peregrina de Araque (2011), "Vida Peregrina (2013) e "Tudo tem uma Primeira Vez" (2015), todos publicados pela editora Dublinense. Trabalhou das redações das revistas Época e IstoÉ Gente, dos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil e foi correspondente da BBC na Espanha, onde cursou pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona.

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  • Né?!👌🏻#simplesassim #bekind
  • “Nunca mais me convida pra pegar praia em José Ignacio.” #gorda #reportergorducha
  • Dia de praia no @lachozademarparador. Viaja até José Ignacio, caminha na areia quente, procura guarda-sol, carrega geleira, sacola, mochila, faz reportagem para o Band Mulher e sorri pra foto! 🤣🐶
  • Bento envelheceu. Não foi do dia para a noite. Trata-se de um envelhecimento gradativo. Uma enfermidade aqui, uma coisinha crônica acolá – e há uns bons cinco anos vamos levando esses percalços da velhice com acompanhamento veterinário, exames de rotina, troca de medicações, mas sobretudo, com amor, cuidado, amizade, lealdade e fé. Neste último ano, mais precisamente nos últimos meses, Bento deixou de ser um cachorrinho vivaz, de olhos espertos e comportamento ágil para se transformar em um senhor de seus lá 95 anos (equivalente à idade humana) que requer uma série de cuidados e a minha presença e atenção 24 horas por dia. O diagnóstico complicou, como costumam complicar os diagnósticos à medida que a idade avança, e através do olhar do Bento eu enxergo diariamente o reflexo da finitude da vida. Não pode existir sofrimento maior para um dono de cachorro do que essa despedida diária. A cada dia, menos um dia. A cada dia, também uma surpresa. Um dia feliz, caminhando melhor, disposto, com apetite e sorrisos. No dia seguinte, sono, muito sono, xixi nas calças, olhar distante, cabecinha para o lado e alheio ao mundo ao redor. Um dia vivaz; noutro, senil. Deveria ser proibido pela natureza vivermos tal experiência. Bento significa para mim muito mais do que um dos meus grandes melhores amigos.
É meu companheiro de jornada por uma vida de altos e baixos, cheia de mudanças e reinvenções – e da qual foi testemunha ocular e grande conselheiro. Nos conhecemos quando ele tinha 30 dias de vida e desde então cruzamos oceanos até. O que eu quero que ele saiba – e o que eu sei que ele sabe – é que estarei sempre aqui. E hoje estamos aqui. E assim seguiremos juntos. Com sorrisos e mãos dadas. Até o fim. Porque a única certeza que temos é a de que o fim chega para todos nós. E com ele um novo renascer.🐶♥️🙏🏻 #bento #xerife #18anos #companheirodejornada
  • Muito havia ouvido falar de que filhos de nossas irmãs são nossos filhos também. Mas a teoria sempre só faz sentido quando a realidade se confirma. Quando João Benício nasceu, me tornei tia – e ser tia é o maior presente que um irmão e uma irmã podem nos dar. Ser tia é descobrir a maternidade de outra forma, é descobrir um amor que não sabíamos que existia. Quando me tornei tia, passei a enxergar as crianças sob outra ótica, com mais ternura e paciência. Passei a entender também a falta de paciência das mães em muitos momentos. Quando me tornei tia, passei a sentir mais saudade, passei a beijar e a abraçar mais. Passei a me preocupar mais com a humanidade, com o futuro, com o legado das pessoas e das coisas. Quando João nasceu, me tornei um ser humano melhor. Ser tia é amar profundamente uma pessoa que parece ter saído de dentro de nós. É encontrar tempo onde antes só havia falta de tempo. É segurar no colo, é não sentir dor no braço, é aguentar sem reclamar a dor nas costas. É deixar a garrafa de vinho e o Netflix de lado numa sexta-feira à noite para deitar ao lado de quem insiste em se manter acordado. Tias também são mães, são capazes de amar como mães. Tias são a segurança das mães de que, em qualquer ausência delas, amor é o que jamais faltará. Porto Alegre, agosto de 2015. #joãobenicio #amordatia #amordadinda
  • Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida. Pecado capital, viu Gorda?