Um livro incrível para quem quer compreender a vida e a morte

Sumi por alguns dias, é verdade. Poderia ter avisado que viria passar o Carnaval (ou melhor, fugir dele) aqui em Punta del Este, mas os dias foram passando, passando, passando… E quando vi acordei hoje, quinta-feira pós-Carnaval, sem avisar sobre meu paradeiro. Não que isso tenha alguma importância e que o mundo esteja clamando pela minha presença, não é isso. Mas acho que não custa avisar quando a gente resolve sumir do mapa por alguns dias, vai dizer?

woman-praying11PERDÃO, NÃO FAÇO MAIS ISSO

Também poderia ter seguido o ritmo das férias em janeiro aqui em Punta e contado sobre as novidades diariamente aqui no blog. Só que, de repente, me dei conta que eu estava precisando ler mais e escrever menos, ouvir mais e falar menos. Ficar mais introspectiva, sabe assim? E assim estou. Não tenho lido tudo o que queria e precisava, mas posso dizer que algumas leituras estou conseguindo colocar em dia. Uma delas eu descobri um pouco antes de vir para cá, em uma visita à Livraria Saraiva do Moinhos Shopping.

Olha!

livroA MORTE NA VISÃO DO ESPIRITISMO
Um livro para quem quer compreender o que acontece no momento em que morremos e depois

Estava ali pela Saraiva procurando um livro pequeno e de leitura agradável para ler durante esta semana. A ideia era começar e terminar a leitura durante esta semana, sem deixar páginas para depois, que dificilmente conseguiria retomar na rotina de Porto Alegre. Foi então que, passando por uma das estantes, dei de cara com esse livro. Já disse em outras ocasiões que, embora tenha sido batizada na religião católica, sou adepta do Espiritismo. É nesta religião e em seus dogmas que acredito e são suas teorias e ensinamentos que embasam minha vida e minhas atitudes.

O livro de ALEXANDRE CALDINI NETO é maravilhoso. Muito bem escrito, muito elucidativo e muito didático também. Trata-se do segundo livro dele, que é não apenas escritor, mas presidente da Editora Abril. Comanda as unidades de negócios das revistas Veja e Exame, entre outras funções. A Morte na Visão do Espiritismo foi publicado pela primeira vez em dezembro de 2013, pela Belaletra Editora.

netoMUITO PRAZER, SOU ALEXANDRE CALDINI NETO

São quase 200 páginas divididas em 4 capítulos, num total de 101 itens. O texto da orelha do livro me fisgou imediatamente. Diz o seguinte: “Recentemente, a filha adolescente de um amigo do autor foi surpreendida pela morte inesperada da mãe. Para melhor explicar a ela como o Espiritismo entendia a morte, Alexandre Caldini Neto resolveu escrever sobre o tema. Em dezembro de 2012, entre o Natal e o Ano Novo, este livro surgiu.

+MARI KALIL: O aperto no peito é ansiedade. Não sou a única. Somos muitas

É uma obra de esperança, que trata a morte a partir da ótica espírita. Não de forma lúgubre, mas como de fato deve ser encarada: de maneira leve e natural. Morrer, assim como nascer, é apenas uma etapa da vida, diz o autor. Mostra que o assunto deve ser discutido, estudado e compreendido. E que esse aprendizado nos ajudará a lidar melhor com a partida de quem amamos, mas também com a nossa própria morte, quando ela (novamente) chegar.

São inúmeras as dúvidas que o autor responde ao longo da obra. Eis algumas delas!

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bento1SEMPRE VOU VIR AO MUNDO A PASSEIO

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Mari Kalil

Mari Kalil

Sou escritora, jornalista, colunista da Band TV e Band News FM e autora dos livros "Peregrina de araque", "Vida peregrina" e "Tudo tem uma primeira vez". Sou gaúcha, nasci em Porto Alegre, vivo em Porto Alegre, mas com os olhos voltados para o mundo. Já morei em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Barcelona. Já fui repórter, editora, colunista. Trabalhei nos jornais Zero Hora, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil; nas revistas Época e IstoÉ e fui correspondente da BBC na Espanha, onde cursei pós-graduação em roteiro, edição e direção de cinema na Escuela Superior de Imagen y Diseño de Barcelona. O blog Mari Kalil Por Aí é direcionado a todas as mulheres que, como eu, querem descomplicar a vida e ficar por dentro de tudo aquilo que possa trazer bem-estar, felicidade e paz interior. É para se divertir, para entender de moda, de beleza, para conhecer lugares, deliciar-se com boa gastronomia, mas, acima de tudo, para valorizar as pequenas grandes coisas que estão disponíveis ao redor: as coisas simples e boas.

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